CAIXA, um bem público na vida das pessoas.

Compare você mesmo — trabalho e renda: salário mínimo, inflação e desemprego. Comitê Popular de Luta em Defesa da Caixa

Trabalho e renda: em qual governo o salário comprava mais?

A disputa de 2026 também passa pelo bolso. Passa pelo salário que compra mais ou menos, pelo preço dos alimentos, pelo gás de cozinha, pela chance de conseguir emprego e pela renda que sustenta a casa.

Por isso, o Comitê Popular de Luta em Defesa da Caixa fecha esta etapa da série tema a tema do Compare você mesmo com uma pergunta direta: o seu salário comprava mais em qual governo?

No Compare, a pessoa pode olhar indicadores de salário mínimo, inflação acumulada e desemprego. São dados que ajudam a tirar o debate da memória seletiva e colocar a conversa no terreno da vida real: quanto entrava, quanto saía, quanto custava viver e quantas pessoas conseguiam trabalhar.

Quando o salário mínimo cresce, quando a inflação desacelera e quando o desemprego cai, a política aparece no mercado, no aluguel, no transporte, na comida, no gás e na possibilidade de planejar o futuro. Quando esses indicadores pioram, a vida aperta primeiro para quem depende do próprio trabalho.

Esse tema também conversa diretamente com o Jogo do Futuro. Porque decidir 2026 é decidir que caminho o país vai seguir nos próximos quatro anos: mais emprego, renda, crédito e proteção social, ou mais insegurança, arrocho e abandono ao mercado.

Para o Comitê, banco público forte também faz parte dessa equação. A Caixa, o Banco do Brasil, o Banco do Nordeste e os demais instrumentos públicos ajudam a movimentar crédito, programas sociais, habitação, desenvolvimento regional e políticas que chegam ao bolso das famílias.

Comparar salário, inflação e desemprego não é discutir número frio. É perguntar se a vida ficou mais possível ou mais difícil. É olhar para trás com dados e decidir o futuro com critério.

Acesse o Compare, confira as fontes e compartilhe os cards com quem precisa decidir 2026 com informação prática.

Salário, inflação e emprego não são detalhe de campanha. São a vida real batendo todo mês na porta das famílias.