A disputa de 2026 também passa pela moradia. Não de forma abstrata, mas na prestação que cabe ou não cabe no orçamento, no financiamento que chega ou não chega, na obra que anda ou fica parada e no banco público que assume ou abandona sua missão social.
É por isso que o Comitê Popular de Luta em Defesa da Caixa abre a segunda semana de aquecimento do Compare você mesmo com um tema direto: a sua prestação cabia melhor em qual governo?
No Compare, a pessoa pode olhar dado a dado. No Minha Casa Minha Vida, a gestão de 2019 a 2022 substituiu o programa pelo Casa Verde e Amarela, com a Faixa 1 praticamente paralisada. Já no período de 2023 a 2026, o programa foi recriado pela Lei nº 14.620/2023 e voltou a contratar moradias em larga escala.
A comparação também aparece no crédito imobiliário da Caixa e na aplicação do FGTS em moradia. Quando a Caixa está orientada para sua função pública, o crédito habitacional ganha escala, o FGTS volta a financiar casa para quem precisa e a política pública chega ao cotidiano das famílias.
Moradia não é só número. É aluguel que deixa de pesar, é família que sai da insegurança, é bairro que se estrutura, é emprego na construção civil e é o Estado fazendo aquilo que o mercado sozinho não faz.
O Comitê defende a Caixa pública justamente porque sabe que banco público forte muda a vida real. Quando a Caixa é tratada como instrumento de desenvolvimento, a casa própria volta a ser possibilidade. Quando é empurrada para a lógica estreita do lucro, quem mais precisa fica para trás.
Acesse o Compare, confira as fontes e compartilhe os cards com quem precisa decidir 2026 com dados, critério e consciência.
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Casa própria não nasce de promessa vazia. Nasce de política pública, banco público e decisão de governo.