Nas Redes e na Rua – Comite Popular de Luta em Defesa da Caixa https://bemnavidadaspessoas.com.br Fri, 01 May 2026 21:57:08 +0000 pt-BR hourly 1 https://bemnavidadaspessoas.com.br/wp-content/uploads/2022/12/cropped-logocaixadefesa-1-32x32.png Nas Redes e na Rua – Comite Popular de Luta em Defesa da Caixa https://bemnavidadaspessoas.com.br 32 32 Quando a política vira aluguel, a democracia vira refém https://bemnavidadaspessoas.com.br/2026/05/01/quando-a-politica-vira-aluguel-a-democracia-vira-refem/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2026/05/01/quando-a-politica-vira-aluguel-a-democracia-vira-refem/#respond Fri, 01 May 2026 21:57:06 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=4151 O Brasil assistiu, em sequência, a dois movimentos que não são apenas “derrota do governo” em uma disputa circunstancial. São sinais de um método: transformar instituições em moeda de troca e, na sequência, produzir a narrativa para justificar o estrago. Primeiro, veio a rejeição de um nome indicado para o Supremo Tribunal Federal que não oferecia pretexto ético nem elemento objetivo que desabonasse sua conduta. Jorge Messias era visto como um quadro com reputação, perfil moderado e capacidade de diálogo. Ainda assim, foi submetido a um constrangimento público que, no limite, rebaixa a autoridade institucional do Estado e empurra o país para uma lógica de “força pelo capricho”. O recado político da direita é: quando um bloco parlamentar derruba alguém “porque pode”, ele está dizendo que instituições não são regra — são ficha de negociação.

No dia seguinte, o segundo ato: um “acordão” que, na prática, mirava derrubar o veto presidencial sobre a questão da dosimetria — abrindo caminho para reduzir penas e anistiar golpistas e criminosos já julgados e condenados pela Suprema Corte — e, no mesmo movimento, sepultar a CPI do Banco Master e até para beneficiar Jair Bolsonaro, com redução de pena.

O que se vê é o Centrão confirmando sua natureza mais conhecida: a de força oportunista, que se move por conveniência, cargo, orçamento e chantagem — e que, quando contrariado, trabalha para paralisar ou deformar as instituições. Maquiavel avisava: o pior tipo de exército é o mercenário — aquele que não luta por causa nenhuma, luta por pagamento. O paralelo é direto: um bloco político que se organiza como “exército de aluguel” não é parceiro de projeto, é parceiro de pedágio. Hoje cobra de um lado, amanhã cobra do outro. Se necessário, trai — porque não responde a princípios, responde a preço.

E por isso a derrota não é de Lula ou de Jorge Messias. É da democracia brasileira, quando o jogo institucional é substituído por chantagem.

Enquanto esse método opera no grito, no veto por vaidade e na fabricação de narrativas, o país também viu, no 1º de maio, sinais de uma agenda que fala com a vida real. Na data, o presidente Lula fez um discurso importante e firme, como chefe de Estado, defendendo a redução da escala 6×1 e anunciando um novo Desenrola, voltado a enfrentar as dívidas e o endividamento da população, para permitir que famílias retomem o fôlego. Isso não resolve tudo — mas estabelece um contraste político que precisa ser dito com clareza: há quem viva de chantagem e blindagem; e há quem esteja disputando o país pelo lado do povo e do trabalho.

Se essa estratégia busca enfraquecer um governo democrático-popular e atacar uma figura histórica como Lula, ela vai sair pela culatra. Movimentos sociais organizados — e também a sociedade em geral, mesmo quando não está organizada formalmente — já deram provas, nos últimos anos, de que não aceitam impunemente estratégias de autoproteção do Centrão e da direita. Quando “pesa a mão”, a reação aparece, nas ruas e nas urnas.

Duas excrescências produzidas no intervalo de um ou dois dias, às vésperas do Dia do Trabalhador, dificilmente passam sem resposta. O país já mostrou mais de uma vez que sabe reagir, fazer contra-ataque democrático e recolocar a direita e o Centrão no seu devido lugar — inclusive em outubro, quando o voto pode mandar muita gente de volta para casa.

Governabilidade por chantagem é sequestro da democracia.

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Banco Master, BRB e o projeto de poder que transformou banco público em balcão de negócios https://bemnavidadaspessoas.com.br/2026/01/26/banco-master-brb-e-o-projeto-de-poder-que-transformou-banco-publico-em-balcao-de-negocios/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2026/01/26/banco-master-brb-e-o-projeto-de-poder-que-transformou-banco-publico-em-balcao-de-negocios/#respond Mon, 26 Jan 2026 10:55:45 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=4012
O escândalo envolvendo o Banco Master não é um fato isolado. Ele se conecta a um processo mais amplo de captura de instrumentos públicos por interesses privados, que hoje cobra um preço alto do Distrito Federal. No centro dessa crise está o Banco de Brasília (BRB), banco público estratégico que vem sendo progressivamente descaracterizado.


Sob a gestão do governador Ibaneis Rocha, o BRB deixou de cumprir plenamente seu papel como instrumento de desenvolvimento e inclusão financeira para se tornar peça de um projeto político que mistura vaidade administrativa, alianças econômicas e operações de alto risco. Aquisições questionáveis, parcerias pouco transparentes e uma expansão agressiva criaram um ambiente de instabilidade que hoje ameaça a própria sustentabilidade do banco.


O depoimento à PF de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, reforçaram suspeitas sobre relações obscuras entre o setor financeiro privado e o poder político no DF. Ainda que as investigações sigam em curso, o acúmulo de fatos levou a oposição distrital a protocolar pedidos de impeachment contra Ibaneis Rocha, apontando sua responsabilidade política direta pelo caos institucional que se instalou no BRB.

Diante desse cenário, o Comitê Popular de Luta em Defesa da Caixa manifesta sua total solidariedade aos empregados e empregadas do Banco de Brasília. São esses trabalhadores e trabalhadoras que, todos os dias, sustentam o funcionamento do banco, atendem a população, defendem o caráter público da instituição e sofrem diretamente as consequências de decisões tomadas nos gabinetes, longe da realidade do balcão, das agências e dos territórios.
É fundamental deixar claro: os trabalhadores não são responsáveis pela crise. Ao contrário, são vítimas de um modelo de gestão que instrumentaliza bancos públicos para atender interesses privados e projetos eleitorais, enquanto precariza o trabalho e fragiliza instituições estratégicas.


2026 é ano de virar a chave em Brasília

A tentativa de emplacar a continuidade desse projeto em 2026, com a articulação de uma candidatura ligada diretamente a Ibaneis Rocha, representa a manutenção da mesma lógica que levou o BRB à situação atual. Brasília merece mais. Merece um governo que trate banco público como política pública — não como ativo financeiro ou trampolim eleitoral.
O caso Banco Master–BRB escancara uma verdade incômoda: quando o público é capturado pelo privado, quem paga a conta é o povo. E essa conta já chegou.

Banco público é do povo. Nossa solidariedade aos trabalhadores do BRB. Em 2026, Brasília precisa escolher outro caminho, longe dos politicos da direita e do Centrão, como Ibaneis Rocha, Celina Leão, Ciro Nogueira, Artur Lira e cia.

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“Ainda Estou Aqui”: A História faz jus à Verdade https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/03/03/ainda-estou-aqui-a-historia-faz-jus-a-verdade/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/03/03/ainda-estou-aqui-a-historia-faz-jus-a-verdade/#respond Mon, 03 Mar 2025 18:05:22 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3547 A vitória histórica do filme Ainda Estou Aqui no Oscar de Melhor Filme Internacional e o excelente resultado alcançado por Fernanda Torres, indicada e quase vencedora como melhor atriz, representa um marco significativo para o cinema brasileiro e uma poderosa reflexão sobre nossa história recente.

 

Dirigido por Walter Salles, o longa retrata a luta de Eunice Paiva após o desaparecimento de seu marido, o deputado Rubens Paiva, durante a ditadura militar no Brasil. Em um momento em que o país enfrenta o ressurgimento de discursos autoritários e tentativas de revisionismo histórico, a conquista deste filme serve como um lembrete contundente das atrocidades cometidas no passado e da importância de não as esquecer.

 

A narrativa de Ainda Estou Aqui expõe as feridas abertas pela ditadura militar, funcionando como um alerta contra qualquer forma de autoritarismo. O filme deixa claro que a história, por mais que tentem apagá-la ou reescrevê-la, sempre faz jus à verdade. Ela sempre encontra um meio de emergir, de romper o silêncio imposto por aqueles que tentam distorcer ou minimizar os horrores do passado.

 

Essa lição se torna ainda mais urgente diante dos recentes acontecimentos políticos no Brasil. O ex-presidente Jair Bolsonaro enfrenta investigações no Supremo Tribunal Federal por sua tentativa de golpe de Estado, ao questionar as eleições e incentivar atos golpistas que culminaram na invasão das sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023. A história nos lembra que aqueles que tentam repetir os erros do passado serão cobrados por isso.

 

A obra também destaca a resiliência e a coragem de indivíduos que enfrentaram regimes opressores, simbolizando a luta pela democracia e pelos direitos humanos. A atuação de Fernanda Torres, que interpreta Eunice Paiva, também foi amplamente elogiada, trazendo à tona a dor e a determinação de uma mulher que se recusou a silenciar diante da injustiça.

 

A vitória de Ainda Estou Aqui não é apenas um reconhecimento artístico, mas também um posicionamento político e social. Ela reafirma a necessidade de confrontarmos nosso passado para que possamos construir um futuro mais justo e democrático. Em tempos de polarização e ameaças às liberdades individuais, o filme surge como um lembrete da importância de resistirmos a qualquer forma de opressão e de valorizarmos a memória histórica como ferramenta de transformação social.

 

Para o Comitê Popular de Luta por Defesa da Caixa, esta conquista anima a nossa luta e reforça nosso compromisso em defender instituições públicas e democráticas e promove um acerto de contas do Brasil com o seu passado autoritário e com o flerte que beira o Teatro do Absurdo no presente, quando por pouco, boa parte dos militares e da extrema-direita não arriscaram novamente um estado de exceção. Assim como Eunice Paiva lutou pela Verdade e Justiça, devemos continuar vigilantes na proteção dos direitos conquistados e na promoção de uma sociedade mais equitativa e consciente de sua história.

 

A história pode ser ameaçada, distorcida ou temporariamente silenciada. Mas, como prova Ainda Estou Aqui, a verdade sempre ressurge. E, diante dos que tentam adotar caminhos autoritários, a história se encarrega de colocar cada um em seu devido lugar.

 

Ainda estou aqui virou febre e orgulho nacional, inclusive Fernanda Torres viu com alegria seu rosto ter virado máscara de Carnaval, celebrada no meio do Povo Brasileiro, de Norte a Sul do País.

‘A vida presta!’

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Lula destaca os 164 anos da Caixa e reforça o legado histórico do banco público https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/01/13/lula-destaca-os-164-anos-da-caixa-e-reforca-o-legado-historico-do-banco-publico/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/01/13/lula-destaca-os-164-anos-da-caixa-e-reforca-o-legado-historico-do-banco-publico/#respond Tue, 14 Jan 2025 00:55:47 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3448 Ontem, 12 de janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, por videoconferência, da celebração dos 164 anos da Caixa. O evento, realizado em Brasília, contou com a presença de empregados e empregadas que têm desempenhado papel fundamental na construção e defesa da instituição. A cerimônia foi transmitida ao vivo permitindo que o público acompanhasse um momento de reconhecimento à história e à importância do maior banco público do país.

Em sua fala, Lula demonstrou respeito e deferência aos trabalhadores e trabalhadoras da Caixa, ressaltando que a força do banco não está apenas em seus números ou infraestrutura, mas nas pessoas que, diariamente, atendem milhões de brasileiros com dedicação e compromisso. O presidente fez questão de relembrar o papel essencial do banco num na execução de programas sociais, como o Minha Casa, Minha Vida e o Bolsa Família, destacando com orgulho as realizações durante seus governos anteriores.

A menção saudosista ao passado glorioso da Caixa, entretanto, deixou no ar uma reflexão: o que falta para o banco recuperar plenamente seu protagonismo? Ao celebrar os feitos do passado, Lula enviou um recado importante sobre a necessidade de retomar e ampliar as conquistas que fizeram da Caixa um símbolo de inclusão e desenvolvimento social.

Por outro lado, o atual presidente da Caixa, em sua fala, afirmou que o banco não fechou agências em 2024, o que gerou desconforto entre os presentes e espectadores. Dados amplamente divulgados pelos sindicatos de bancários apontam que, no último ano, mais de 100 agências foram fechadas em diferentes regiões do país, em um movimento que prejudicou o acesso ao atendimento presencial em várias cidades. O tema foi inclusive tema de audiência na Câmara dos Deputados

O discurso de Lula reforçou que a Caixa não é apenas um banco, mas um instrumento essencial na vida de milhões de brasileiros.
A celebração dos 164 anos da Caixa foi, ao mesmo tempo, um tributo e um alerta. Se há algo que ficou claro na fala do presidente, é que precisa ser fortalecida para estar à altura de seu legado e de seu papel no futuro. Isso passa pelo reconhecimento dos empregados e empregadas, mas também por ações concretas que devolvam à Caixa o protagonismo social que sempre a definiu.

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Lula é diplomado Presidente da República e destaca compromisso com o povo brasileiro https://bemnavidadaspessoas.com.br/2022/12/13/lula-e-diplomado-presidente-da-republica-e-destaca-compromisso-com-o-povo-brasileiro/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2022/12/13/lula-e-diplomado-presidente-da-republica-e-destaca-compromisso-com-o-povo-brasileiro/#respond Tue, 13 Dec 2022 03:08:23 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=2832 Em frente ao TSE, militância petista destaca a vitória da democracia e a esperança de dias melhores

 

Nesta segunda-feira (12), quando Luiz Inácio Lula da Silva é diplomado, pela terceira vez, Presidente da República, o país respira novamente o ar da liberdade, da tolerância, do respeito à diversidade e, sobretudo, da defesa da população brasileira em sua integral pluralidade.

Durante a cerimônia, Lula dedicou ao povo brasileiro o diploma de presidente eleito e reforçou o compromisso de fazer um país mais desenvolvido e justo. “É com o compromisso de construir um verdadeiro Estado democrático, garantir a normalidade institucional e lutar contra todas as formas de injustiça, que recebo pela terceira vez este diploma de presidente eleito do Brasil, em nome da liberdade, da dignidade e da felicidade do provo brasileiro.”

A cerimônia de diplomação encerra o período eleitoral e simboliza um duro golpe nas manifestações golpistas e antidemocráticas contra o processo democrático. Sobre isso, Lula afirmou que o diploma entregue “é de parcela significativa do povo que conquistou o direito de viver em democracia.”

O ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, também discursou durante a diplomação e destacou a conformidade do processo eleitoral. “A diplomação da chapa é o reconhecimento da lisura do pleito, da legitimidade política conferida soberanamente.”

 

Enquanto isso, nas ruas

Em frente ao Tribunal Superior Eleitoral chamou atenção a militância que comemorava o processo de diplomação do presidente eleito Lula. Além de membros do PT que atuaram nas gestões Lula e Dilma, estavam presentes os movimentos populares, entre eles o Comitê Popular de Luta em Defesa da CAIXA.

O ex-ministro Gilberto Carvalho, em entrevista para o Comitê comentou a diplomação do presidente eleito Luis Inácio Lula da Silva e destacou a importância do momento. “É muito simbólico que enquanto Lula receba o diploma pela terceira vez, nós estejamos aqui, na rua. Porque esse vai ser o símbolo do que precisamos manter nos próximos 04 anos, com o povo presente na organização de base, na luta e na mobilização.”

Carvalho destaca os compromissos do governo eleito com o país, ressaltando a importância do alinhamento entre o a atuação institucional e da militância. “A gente se compromete, o Lula lá e nós aqui, em honrar tudo aquilo que falamos na campanha, sobretudo devolver a dignidade, a esperança e a vida pro povo brasileiro”

Márcia Kumer, coordenadora do Comitê Popular de Luta em Defesa da CAIXA, ressaltou que o processo de diplomação representa a oficialização de uma mudança institucional. Sobre o movimento de militância que se formava em frente ao Tribunal Superior Eleitoral durante a diplomação, Márcia complementou, “é o grito, o canto, a felicidade e a esperança de que o país volte a normalidade com alegria e dignidade.”

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Live com Erika Kokay e Rita Serrano debate e eleição e a PEC 32 para o futuro do (a) empregado (a) e aposentado (a) https://bemnavidadaspessoas.com.br/2022/10/25/live-do-com-erika-kokay-e-rita-serrano-debate-e-eleicao-e-a-pec-32-para-o-futuro-do-a-empregado-a-e-aposentado-a/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2022/10/25/live-do-com-erika-kokay-e-rita-serrano-debate-e-eleicao-e-a-pec-32-para-o-futuro-do-a-empregado-a-e-aposentado-a/#respond Tue, 25 Oct 2022 03:15:05 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=1382 Érika Kokay: “E Estado é mínimo apenas para o povo brasileiro, mas não é mínimo para o capital financeiro”

Rita Serrano: “A PEC 32 enterra o Estado Brasileiro”

Da Redação:

 

O Comitê Popular de Luta em Defesa da CAIXA realizou uma live exclusiva, ontem (24), no perfil do Comitê no Instagram, para mostrar como a eleição do próximo domingo e a proposta de Emenda à Constituição nº 32, a chamada ‘Reforma Administrativa’, são cruciais para os empregados (as) e aposentados (as).

Para falar desse assunto e da importância de irmos às urnas no próximo domingo, a live contou com as presenças da deputada federal reeleita Erika Kokay e de Rita Serrano, representante eleita pelos empregados no conselho de administração da CAIXA. A moderação foi da empregada aposentada e ex-presidenta da CAIXA, Maria Fernanda Coelho.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, que é aliado de Bolsonaro, ameaçou retomar a votação da PEC 32 já a partir deste ano. A medida propõe uma série de ataques aos servidores e servidoras públicos e aos serviços públicos, tornando a população pobre, que mais necessita de políticas públicas de acesso à saúde, educação e previdência públicas, a principal vítima dessa política.

Rita Serrano alertou que “a Reforma Administrativa, na verdade faz parte de um projeto do atual governo de desmantelamento do Estado, afetando todos os serviços públicos e acabando com o concurso público, substituindo empregados de carreira por indicados do governo em todos os entes. É gravíssimo”.

Ela lembrou que o povo já vem sentindo a piora dos indicadores do Estado em relação aos serviços públicos e a situação deve se agravar com esse projeto do governo Bolsonaro. A CAIXA, segundo ela, já é um exemplo, pois foi obrigada a atender ao chamado do pagamento do auxílio com menos empregados do que tinha em 2014.

“A PEC 32 enterra o estado brasileiro”, cravou Rita Serrano, que ainda lembrou que muitos países liberais como a Inglaterra e EUA, estão protegendo sua economia e estatizando serviços, inclusive criando bancos públicos. Por fim, ela alertou como a venda das subsidiárias, se continuar nos próximos anos, pode acabar com a sustentabilidade da CAIXA.

Já a deputada federal Érika Kokay, ressaltou que “nunca vivemos tanto sofrimento psíquico de servidoras e servidores. O assédio moral hoje é institucional, organizacional e interpessoal, na liberdade para maltratar e propagar o ódio. E a CAIXA é um exemplo dessa lógica cruel”.

Ela disse ainda que a gestão Bolsonaro na CAIXA transformou a empresa num palanque eleitoral, propriedade particular e pior, que as empregas do banco poderiam ser utilizadas de acordo com uma lógica assediadora. A deputada também denunciou que servidores públicos de vários órgãos têm sido assediados moralmente e eleitoralmente: “nunca tivemos tantos processos administrativos”, disse a deputada.

Kokay também falou da sua luta contra a tentativa de venda do Banco Digital da CAIXA, de quebra do monopólio do Penhor e das Loterias, um ataque ao patrimônio do Povo Brasileiro: “o estado é mínimo apenas para o povo brasileiro, mas não é mínimo para o capital financeiro”, destacou a deputada.

Por fim, Kokay e Serrano destacaram como a PEC 32 pode inviabilizar os fundos de pensão dos trabalhadores e aposentados. Também destacaram que estamos a apenas 6 dias para decidir sobre o futuro da CAIXA e do país.

 

Assista a live completa nos nossos canais:

 No Instagram:  

https://bit.ly/3zazifC

No Facebook:

https://bit.ly/3zaNfu6

 No Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=w-jjjTQf29c

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Domingo, 02 de outubro de 2022: a data mais esperada dos últimos quatro anos https://bemnavidadaspessoas.com.br/2022/09/30/domingo-02-de-outubro-de-2022-a-data-mais-esperada-dos-ultimos-quatro-anos/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2022/09/30/domingo-02-de-outubro-de-2022-a-data-mais-esperada-dos-ultimos-quatro-anos/#respond Fri, 30 Sep 2022 11:04:46 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=1084 Da Redação

 

Para quem vive há quatro anos sob um clima de tensão e assédio, esse domingo das eleições de 2022 para escolha do novo presidente do Brasil é recebido com alívio e esperança. Não significa apenas exercer o direito de ser cidadão, mas contribuir para mudanças políticas e sociais, tão necessárias quando parece tudo estar às avessas.

É preciso que as coisas sejam colocadas de volta aos seus lugares. Os últimos quatro anos corroeram as instituições republicanas e vai dar trabalho reorganizar e reconstruí-las. Mas essa tarefa precisará ser feita, assim como precisamos dar o ponta pé inicial nesse próximo domingo (2). Aos milhões de servidores públicos do Brasil, que conviveram diariamente com a perversidade da atual gestão, ter a chance de colocar uma pedra em cima disso é um bálsamo.

Os empregados e empregadas da CAIXA experimentam dias de mandos e desmandos de uma gestão incompetente e assediadora. Ser comandado por pessoas despreparadas tornou -se realidade em todas as áreas da empresa e, como consequência, viu-se um adoecimento em massa. É unânime o sentimento de saudade por líderes de verdade. Aquelas pessoas que lideram por conhecimento e exemplo. Faltam inspirações de carreira, faltam referências, faltam gestores por quem se admirar pelos prédios da Caixa.

A verdade é que hoje o que faltam motivos para prezar e sobram motivos para suportar. Trocou-se um ambiente corporativo saudável por um ambiente competitivo, onde a carreira deixou de ser um caminho e tornou-se um atalho ideológico. Mas a chance está batendo à porta e ela pode trazer o remédio em dose única.

Votar com consciência é um ato de amor que você faz para você, para sua família, para seus colegas de trabalho, para a sua empresa, para o Brasil e para o mundo.  Vamos resgatar a essência dos empregados da CAIXA, sufocada dentro de nós por quatro anos, e nos apresentarmos diante das urnas no próximo domingo para reconquistarmos nossa liberdade de fazer o que é certo e não o que é determinado.

Domingo, dia 02 de outubro de 2022, traz consigo a oportunidade de resolver essas dores em primeiro turno, com a eleição de Lula presidente, pois ele é o mais capaz de nos acordar do pesadelo em que vivemos e voltarmos a sonhar com um país e Caixa melhores. Afinal, “só quem chorou de tristeza em 2018 entende a ansiedade para chorar de alegria no domingo”, como bem expressou um meme que circulou nas redes sociais e que bem resumiu esse momento único em que vivemos.

 

 

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Um “tbt” especial de Lula às vésperas do primeiro turno https://bemnavidadaspessoas.com.br/2022/09/28/um-tbt-especial-de-lula-as-vesperas-do-primeiro-turno/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2022/09/28/um-tbt-especial-de-lula-as-vesperas-do-primeiro-turno/#respond Thu, 29 Sep 2022 00:55:52 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=1068 Hoje é, quinta-feira, estamos há alguns dias das eleições e é dia de “TBT”, Por isso trouxemos algumas fotos históricas do presidente Lula em eventos e visitas à CAIXA, no ano de 2006. A primeira foto, foi no Feirão da Casa Própria, em São Paulo. Foi nos governos de Lula que a CAIXA criou os aguardados Feirões que aconteceram durante todas as gestões petistas, em centenas de cidades do país, facilitando o sonho da casa própria para milhões de brasileiros, impulsionando a economia e reforçando o papel, a imagem e a marca da CAIXA e de seus empregados junto à sociedade. Acesse o nosso perfil no instagram e veja as fotos: www.instragram/comitepopularcaixa

Entre 2003 e 2013 a CAIXA se consolidou como o banco da habitação no país, tornando-se ainda mais forte e atuante no segmento. O saldo das operações de crédito habitacional passou de R$ 16,9 bilhões para R$ 108. bilhões nesse período, com um aumento de 540%.

A criação de alguns instrumentos próprios como os Feirões Caixa da Casa Própria, o Simulador Habitacional e o crédito Construcard para compra de materiais de construção contribuiu para o aumento do número de edificações e para atingir os resultados obtidos pelo banco. Os grandes e médias cidades brasileiras, empresas construtoras, clientes e o banco.

A sexta edição do Feirão, em 2010, por exemplo movimentou R$ 8,4 bilhões. Já o Simulador Habitacional, implantado em julho de 2008, democratizou o acesso as famílias, permitindo comparar condições de contratação através da internet, permitindo ao interessado verificar as melhores opções de taxa, prazo e tipo de financiamento de acordo com as suas necessidades.

Lula também realizou visitas à matriz e sempre fez questão de acompanhar os resultados da CAIXA junto aos gestores da empresa e cumprimentar todos os colaboradores. A gente era feliz! Faltam apenas 3 dias para voltarmos a sermos feliz de novo e para podermos, no futuro, comemorar o tbt na futura gestão Lula com:

– Fortalecimento do banco e de sua função social, 100% pública;

– Revisão do quadro de funcionários em agências, melhorando atendimento ao povo brasileiro;

– Volta do Minha Casa Minha Vida e outros programas sociais;

– Chamar os empregados para construírem novamente uma nova CAIXA junto com seu novo governo;

– Fim do assédio sexual e moral;

– Investimento em tecnologia para melhoria dos processos internos da CAIXA e para a digitalização dos serviços bancários da instituição, principalmente para alcançar população de baixa renda;

– Devolver para os empregados o orgulho e a paz de trabalhar na CAIXA, sem ter medo ou sentimento de angústia ao ter que se levantar todos os dias e se dirigir para o banco.

Vamos reconstruir juntos, novamente, Histórias de Vida e fazer o Bem na Vida das Pessoas.

 

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Já sentimos o cheiro de primeiro turno https://bemnavidadaspessoas.com.br/2022/09/23/ja-sentimos-o-cheiro-de-primeiro-turno/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2022/09/23/ja-sentimos-o-cheiro-de-primeiro-turno/#respond Fri, 23 Sep 2022 10:42:33 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=846 Da Redação

 

Povo brasileiro, empregadas e empregados da CAIXA vão derrotar o retrocesso

 

Faltam apenas nove dias para decidirmos o futuro do Brasil e da CAIXA. É muito importante vencermos Bolsonaro no país e na CAIXA, já nesse primeiro turno, construindo uma grande vitória. Estamos a um passo para isso, conforme demonstram as pesquisas dessa semana e o sentimento das ruas. Já sentimos o cheiro da vitória nas ruas e os ares da volta da democracia, da liberdade e da justiça social e de uma CAIXA de volta aos trilhos, com a eleição de Lula e de parlamentares progressistas, no próximo dia 02.

Para nove dias, nove motivos para lembramos e debatermos junto ao povo do porquê votarmos em Lula. Ele foi o presidente que mais promoveu inclusão social na história, com 32 milhões de famílias ascendendo à Classe C, retirando o Brasil do Mapa da Fome. Com Lula foram criados 15 milhões de empregos formais e com direitos. Foi Lula quem mais investiu em educação com fortalecimento do FIES, criação do Prouni e do Ciência sem Fronteiras.  Com Lula ganhou força a agricultura familiar e o agronegócio.

Nos governos Lula o meio ambiente foi preservado e o desmatamento combatido. Criou políticas sociais como Cisternas, Luz Para Todos, Brasil Sorridente e programas para promover igualdade racial. Foi nos governos Lula que aconteceu a descoberta do Pré-sal, com garantia de investimentos em saúde e educação. Foi com Lula que nasceu o Minha Casa Minha Vida, da Conta CAIXA Fácil, do Bolsa Família e o FORTALECIMENTO DA CAIXA.

Na CAIXA, serão novos tempos, da retomada dos investimentos em políticas públicas em habitação, saneamento e desenvolvimento urbano, retomada de programas sérios para geração de emprego e renda para a população, foco na sustentabilidade do banco, baseada no respeito e reconstrução da história de vida das pessoas, investimento em cultura e esporte, tecnologia e inovação, focada numa visão de futuro. Seremos, novamente, fundamentais para saída do Brasil da crise em que o bolsonarismo nos levou.

A eleição ainda não está ganha. Mas o povo brasileiro, os empregados, empregadas, aposentadas e aposentados da CAIXA já fizeram seu exame de consciência e sabem qual a melhor opção nesse pleito. Porém, nessa reta final todos nós precisamos nos unir e conquistar mais votos para Lula e parlamentares aliados, dialogando com sua comunidade, amigos, familiares e colegas. E o mais importante: comparecer às urnas, não nos rendendo a ameaças e manobras por parte do adversário.

Saiba como podemos nos ajudar nessa reta final:

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Assédio na Caixa: “É importante não deixar cair no esquecimento e cobrar o resultado das apurações”, alerta Takemoto https://bemnavidadaspessoas.com.br/2022/09/22/assedio-na-caixa-e-importante-nao-deixar-cair-no-esquecimento-e-cobrar-o-resultado-das-apuracoes-alerta-takemoto/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2022/09/22/assedio-na-caixa-e-importante-nao-deixar-cair-no-esquecimento-e-cobrar-o-resultado-das-apuracoes-alerta-takemoto/#respond Thu, 22 Sep 2022 16:58:31 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=836 Do Portal Reconta aí

 

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados se reuniu ontem (21) para discutir assédio moral no mundo do trabalho. A audiência pública foi requerida e presidida pela deputada Erika Kokay.

As denúncias de assédio sexual e moral na Caixa foram abordadas na audiência pública. O presidente da Federação dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Fenae), Sergio Takemoto, alertou que a prática de assédio moral é uma política do governo Bolsonaro que tem como objetivo acabar com a resistência dos trabalhadores. Takemoto relembrou dados de pesquisas realizadas pela Fenae com os empregados da Caixa. Segundo ele, na última pesquisa, onde mais de 3 mil pessoas foram ouvidas, 56% relataram já ter sofrido assédio no Banco Público. “Ou seja, de cada 10 pessoas, 6 sofreram com a questão do assédio da sede moral na Caixa”, disse.

A representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa, Rita Serrano, também participou da discussão e ressaltou a questão do assédio durante a gestão de Pedro Guimarães. Serrano agradeceu as empregadas do Banco Público que levaram as denúncias a público. “Tornar público as denúncias de assédio sexual faz com que a sociedade os órgãos de justiça se debrucem sobre os casos de forma evitar que isso se repita”, acrescentou. Takemoto lembrou ainda que já se completam 90 dias desde que saíram as primeiras denúncias de assédio sexual contra Pedro Guimarães. “É importante a gente não deixar cair no esquecimento e continuar cobrando o resultado das apurações. E, principalmente, a punição para que não ocorra nunca mais, em nenhum lugar, e que nenhuma mulher seja vítima desses abusos”, frisou o presidente da Fenae.

Erika Kokay defendeu a necessidade de ambientes de trabalho decente, sem opressão. “As pessoas não têm que ir ao trabalho como se tivessem indo para um abatedouro. O gênero feminino é como se houvesse a repetição de que mulheres são propriedades dos seus patrões ou dos seus empregadores. É preciso que nós tenhamos muita firmeza e também estabeleçamos condições específicas para o assédio sexual”, defendeu.

A deputada destacou ainda as dificuldades que passam as mulheres que enfrentam duplas e até triplas jornadas de trabalho e ainda sofrem com assédio sexual e moral no trabalho. “Todo esse sofrimento vai se expressar no corpo, vai se expressar no nível de adoecimento”, disse.

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