Histórias de Vida – Comite Popular de Luta em Defesa da Caixa https://bemnavidadaspessoas.com.br Tue, 22 Apr 2025 03:07:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://bemnavidadaspessoas.com.br/wp-content/uploads/2022/12/cropped-logocaixadefesa-1-32x32.png Histórias de Vida – Comite Popular de Luta em Defesa da Caixa https://bemnavidadaspessoas.com.br 32 32 TRANSIÇÃO DO GOVERNO: DA EQUIPE DE LULA AO CORAÇÃO DE CADA UM https://bemnavidadaspessoas.com.br/2022/11/13/transicao-do-governo-da-equipe-de-lula-ao-coracao-de-cada-um/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2022/11/13/transicao-do-governo-da-equipe-de-lula-ao-coracao-de-cada-um/#comments Sun, 13 Nov 2022 23:31:12 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=1566 Da Redação

Estabelecer em lei regras para a transição do governo federal protege o país das surpresas e solavancos possíveis na transferência de gestão. Em outras palavras:
• permite que se antecipem as estratégias do projeto vencedor da eleição e que os seus planejamentos táticos-operacionais sejam endereçados;
• minimiza os efeitos da eventual pouca disposição do governante que deixa a cadeira em repassar informações ao que vai assumi-la.
Regulam o tema a Lei 10.609/2002, testada pela primeira vez às vésperas do Presidente Lula assumir seu primeiro mandato, em 2003, e o Decreto 7.221/2010.

Será trabalho da equipe de transição, por exemplo, propor soluções para tornar a estrutura ministerial adequada à execução do plano de governo. Mas o principal desafio será o de contornar as dificuldades orçamentárias, dado que o Projeto de Lei Orçamentária Anual – PLOA para 2023, apresentado pelo governo em agosto, não contempla itens fundamentais que o Presidente Lula enfatizou em campanha, como o Farmácia Popular e a merenda escolar. Algumas reduções em relação ao orçado para 2022 foram drásticas, como nos itens mobilidade urbana (-93%), saneamento básico (-65%), instalação de cisternas (-96%) e investimento em infraestrutura (-18%). Os percentuais não consideram o efeito da inflação, projetada em torno de 7% para este ano. No PLOA 2023, o Auxílio Emergencial está limitado a R$ 405, 32,5% a menos que os R$ 600 pagos em 2022. Para comportar as despesas decorrentes destas e de outras prioridades, a exemplo do aumento do salário-mínimo acima da inflação, sem desrespeitar a lei de responsabilidade fiscal, está em curso a proposição de uma PEC que autorize extraordinariamente extrapolar o teto de gastos. Ela marca o início de um governo comprometido com a vida digna do povo brasileiro

A CAIXA é parte determinante para o sucesso do programa de governo do Presidente Lula, assim como foi nos seus dois primeiros mandatos. Nesse momento, o Brasil precisa de uma CAIXA em que os papéis de principal agente de políticas públicas, parceira estratégica do Estado brasileiro e banco da inclusão social sejam resgatados e tremendamente fortalecidos, em oposição aos caminhos tristemente trilhados desde 2016. Como empregados e ex-empregados, somos desafiados a pensar e a fazer a CAIXA que o Brasil precisa. Sim, a transição passa pela CAIXA também! Seremos o braço operacional que fará chegar, por exemplo, a casa própria, a inclusão bancária e o acesso ao ensino superior à população brasileira esquecida nos últimos anos.

Por fim, a transição passa por cada um de nós em particular, especialmente os empregados da ativa. Assim, é tempo de nos prepararmos desde já para a nova gestão, emocional e espiritualmente. Ficarão para trás os assédios, os medos, as políticas de desmonte. A escuridão está no fim e o sol não tarda a raiar! Como nos lembra Saint-Exupéry: “Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz.”

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Um chamamento à razão aos colegas e aposentados https://bemnavidadaspessoas.com.br/2022/10/24/um-chamamento-a-razao-aos-colegas-e-aposentados/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2022/10/24/um-chamamento-a-razao-aos-colegas-e-aposentados/#comments Mon, 24 Oct 2022 22:00:04 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=1377 Vamos agora caminhar por mais alguns poucos dias

por um caminho que chega a uma encruzilhada

 

 

Aos colegas e à Caixa

Saudações a todos e todas, que, como eu, amam a Caixa!

Trabalhei por 32 anos na Caixa, até me aposentar, em 2020. Portanto, vivi o antes, o durante e o depois dos governos do PT. Mesmo depois de ter saído no plano de incentivo à aposentadoria, nunca consegui deixar de acompanhar as coisas na empresa. Continuei me informando através da vasta relação de amigos que fiz nesta grande empresa, pelo Brasil afora. É aquela coisa: “eu saí da Caixa, mas a Caixa não saiu de mim”. Falo isso com muito orgulho, pois eu amo essa instituição. Me considero um privilegiado, pois, como consultor regional de marketing, consegui conhecer nosso país de Norte a Sul; e a empresa desde um simples PAB até a Matriz, em Brasília.

Todas estas minhas colocações são para falar que minha experiência profissional e de vida, me permitem dizer que, tanto na Caixa quanto no nosso país, tivemos entre 2003 e 2016 um crescimento e uma evolução poucas, ou nenhuma vez, vistos. Tenho formação em ciências econômicas, antes de passar no concurso da Caixa, trabalhei por cinco anos como economista. Por isso sempre fiz acompanhamento de índices socioeconômicos. Pode-se não gostar do Lula ou do PT, mas deixando os preconceitos de lado e partindo para uma análise fria, basta levantar esses índices, que fica fácil de entender o que estou falando.

Quando passo a olhar o que vivemos de 2016 para agora, é muito fácil observar a involução e deterioração social, econômica e, principalmente, moral. Chegamos ao ponto de eclodir o escândalo dos assédios sexual e moral perpetrados pela gestão do ex-presidente da Caixa, Pedro Guimarães. Isso sem falar no desmonte da estrutura da empresa, que deixou de ser um agente de desenvolvimento social e econômico.

Sendo assim, convido os colegas a uma reflexão sobre a situação que estamos vivendo. Vamos colocar a razão a frente dos demais sentimentos. Chegou o momento de fazer a mudança, não haverá outra oportunidade e esse momento é o dia 30/10, sob o risco de afundarmos ainda mais o país e a Caixa. Na lama nós já estamos. Vamos agora caminhar por mais alguns poucos dias por um caminho que chega a uma encruzilhada, nela tem uma urna e esta vai definir quem somos como pessoa, como empresa e como nação.

 

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Como Lula construiu na Caixa um banco que acredita nas pessoas https://bemnavidadaspessoas.com.br/2022/10/12/como-lula-construiu-na-caixa-um-banco-que-acredita-nas-pessoas/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2022/10/12/como-lula-construiu-na-caixa-um-banco-que-acredita-nas-pessoas/#comments Thu, 13 Oct 2022 01:12:22 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=1188 Volta de Lula pode ser a oportunidade única de reconstruirmos Histórias de Vida e do banco

 

Da Redação

 

A relação da CAIXA com seus empregados passou por uma mudança profunda entre 2003 e 2010 e essa é uma das principais explicações para os bons resultados da instituição ao final daqueles anos. Os empregados deixaram de ser tratados como insumos e passaram a ser considerados protagonistas. O próprio slogan da gestão foi, por anos, O Banco que acredita nas pessoase A Vida pede mais que um banco”. Naqueles bons tempos, a gestão de Lula tinha a consciência de que o maior patrimônio da Caixa, eram seus trabalhadores, que não eram tratados como uma planilha de Excel e sim como um ativo humano poderoso.

Em tempos de alguns indecisos e de colegas que não viveram a época da bonança, é bom reavivar a memória e ajudar a decidir o voto, naquele momento solitário na urna. Para isso, o Comitê resgatou alguns números e dados.

Na gestão Lula a Caixa intensificou o uso do concurso público para recomposição do quadro, investiu na formação dos funcionários e implantou um processo seletivo interno baseado no mérito. O estímulo à formação e os aumentos de salário acima da inflação foram a regra. A empresa assumiu a diversidade de situações e a riqueza de possibilidades de desenvolvimento do seu corpo funcional. A Caixa passou a ser considerada no mercado uma empresa de vanguarda no que se refere ao relacionamento com os empregados.

Uma das decisões mais importantes foi a reversão da terceirização, implantada no final de 1990. Em 2003, havia 27.678 pessoas em postos de serviços terceirizados na Caixa e 57.300 empregados. Os últimos quadros terceirizados foram desligados em junho de 2009. No período de terceirização, cooperativas de trabalho arregimentavam pessoas para trabalhar nas agências sem proteção do fundo de garantia e do INSS e sem direito a férias, o que gerou um passivo trabalhista expressivo.

Após o desligamento desses trabalhadores, a Caixa se viu na situação de subsidiária solidária. O preenchimento das vagas por empregados contratados, com treinamento contínuo e plano de carreira, aumentou a qualidade e o engajamento do corpo funcional e fortaleceu o seu compromisso com a empresa.

Uma nova carreira – Em 2007, fez-se uma revisão da estrutura de carreira. Unificou-se as estruturas salariais existentes para advogados, engenheiros e arquitetos, entre outros. No ano seguinte, foi equacionada a estrutura salarial da carreira administrativa, permitindo que cada empregado vislumbrasse a sua perspectiva na empresa. Essa ação criou a possibilidade de o empregado ascender na carreira através da promoção por merecimento, que tinha sido extinta em 1998. No mesmo ano, com a mudança do modelo de gestão, criou-se a Vice Presidência de Gestão de Pessoas, que estava vinculada à vice presidência de Logística e Tecnologia, da gestão anterior (e que retrocedeu na gestão Bolsonaro)

A formação e a capacitação contínuas das pessoas deram um salto através da Universidade Caixa e totalizaram 137 horas anuais por empregado, acima das 100 horas por ano recomendadas no mercado, à época, para se atingir a excelência. O investimento anual saltou de R$14 milhões em 2002 para mais de R$ 70 milhões em 2010. Como resultado do programa de elevação da escolaridade, implantado em 2006, 70% dos empregados têm curso de graduação, no mínimo e 6.200 empregados passaram por esse programa.

Considerada nas gestões Lula como empresa de prestação de serviços importantes para a sociedade, a gestão focou na escuta dos empregados, grande parte deles envolvida diretamente no atendimento à população. Essa visão levou o banco a manter um diálogo contínuo e transparente com os funcionários e seus representantes através da Comissão Permanente de Negociação, criada em 2008.

Uma gestão pautada na Ética – No mesmo ano de criação da Comissão Permanente de Negociação, a Caixa implementou uma Comissão de Ética, fórum com empregados que atuava para resolver conflitos surgidos no ambiente de trabalho. O comprometimento da Caixa com a responsabilidade socioempresarial levou a gestão da empresa a definir condutas que considerassem o contexto da diversidade. O banco passou a permitir, por exemplo, que o Saúde Caixa incluísse como dependente o parceiro do mesmo sexo.

Como parte do Programa Empresa Cidadã, criado pelo governo Lula, em 2008, estendeu voluntariamente a licença maternidade de 120 para 180 dias. Além disso, foi na gestão Lula que a Caixa autorizou até 180 dias de licença nos casos de adoção de crianças por casais homoafetivos e por empregados solteiros, numa orientação clara de proteger as crianças.

A consciência do papel social da empresa se manifestava também em ações permanentes de formação e recrutamento de jovens em situação de risco, de famílias de baixa renda e de populações desprotegidas. Em uma das parcerias, a do Projeto Vira Vida, o Serviço Social da Indústria capacitou jovens em situação de vulnerabilidade social e a Caixa os empregava. Em outra ação, desenvolvida em 2009, a Caixa contratou 1.404 estagiários recrutados entre alunos do Prouni, programa do governo federal que concedia bolsas de estudo para estudantes de família de baixa renda cursarem universidades privadas.

Havia também 3.774 adolescentes entre 16 e 18 anos em situação de risco social trabalhando como aprendizes e 212 estagiários indígenas. Já naquela época, em todas as suas unidades, a Caixa tinha empregados treinados na linguagem de libras. Por fim, desde 2009, a gestão Lula na Caixa tornou obrigatória a realização de processo seletivo interno para provimento de mais de 95% das funções gratificadas da Caixa.

Lula já garantiu inúmeras vezes que vai fortalecer a Caixa e os demais bancos públicos e mais: não vai mais tolerar uma gestão que pratica o assédio. Já Bolsonaro e Guedes fizeram oposto nos quatro anos e já sinalizaram a privatização dos bancos. Se você ama seu emprego e sua qualidade de vida, é melhor já ir “Lulando.”

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#VamosJuntosPeloBrasil: Lula defende Bancos Públicos https://bemnavidadaspessoas.com.br/2022/05/07/vamosjuntospelobrasil-lula-defende-bancos-publicos/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2022/05/07/vamosjuntospelobrasil-lula-defende-bancos-publicos/#respond Sat, 07 May 2022 19:21:26 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=28 Por Reconta aí

A questão dos Bancos Públicos foi um dos temas abordados pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no lançamento do Movimento Vamos Juntos Pelo Brasil, realizado neste sábado (7), em São Paulo.

A principal tônica da fala de Lula no evento – que contou com a participação e apoio de centrais sindicais, movimentos populares e sete partidos – foi a junção entre soberania, democracia e direitos sociais.

“Poucas vezes na História, nossa independência esteve tão ameaçada. O Brasil terá a oportunidade de decidir. Será o Brasil da democracia, da verdade, ou da mentira, do obscurantismo e da violência? Nunca foi tão fácil escolher, nunca foi tão necessário fazer a escolha certa”, disse, traçando um paralelo entre suas posições e as do atual governo.

O petista mencionou os Bancos Públicos por conta de suas ações durante a pandemia do novo coronavírus, em referência ao crédito operacionalizado e à execução do auxílio emergencial, este último implementado pela Caixa Econômica Federal: “Salvaram nosso país durante a pandemia”.

Lula afirmou que o grave cenário no país exige um esforço inédito de unidade entre forças democráticas para a “transformação do Brasil, que será muito mais difícil do que ganhar as eleições”. Neste tema, fez questão de afirmar que Geraldo Alckmin (PSB) foi um “adversário leal” no passado e que no contexto atual se tornou um “aliado”.

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