Caixa – Comite Popular de Luta em Defesa da Caixa https://bemnavidadaspessoas.com.br Sat, 31 Aug 2024 23:28:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://bemnavidadaspessoas.com.br/wp-content/uploads/2022/12/cropped-logocaixadefesa-1-32x32.png Caixa – Comite Popular de Luta em Defesa da Caixa https://bemnavidadaspessoas.com.br 32 32 Privatizações prejudicam estado e população e beneficiam escolhidos https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/08/30/privatizacoes-prejudicam-estado-e-populacao-e-beneficiam-escolhidos/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/08/30/privatizacoes-prejudicam-estado-e-populacao-e-beneficiam-escolhidos/#respond Fri, 30 Aug 2024 20:14:28 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3385 Imagem: Governo do Estado de São Paulo

O editorial da Folha de S. Paulo publicado em 25/08, defendendo a privatização da Petrobras, Caixa e Banco do Brasil, denuncia a ideia que a direita tem para o Brasil. O que não fica claro é quem lucra com a venda das estatais que atendem com excelência ao Brasil e aos brasileiros.

Neste sentido, a recente privatização da SABESP (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) é um exemplo perfeito sobre quem ganha com as privatizações. 

 

A absurda privatização da Sabesp

No último dia 23 de julho foi concluída a venda de 32% da Sabesp. As ações foram ofertadas na Ibovespa por um preço 10,6% menor do que o valor real da empresa, conforme aponta o economista e deputado federal Carlos Zarattini.

O deputado ainda denuncia que para cumprir a promessa de reduzir as tarifas para os 28 milhões de clientes, Tarcísio de Freitas usará os recursos obtidos com a privatização para controlar os preços das tarifas. 

Ou seja, o estado foi lesado pelo menos duas vezes: pela venda da empresa por um preço menor do que o prometido e utilizando recursos próprios para a manutenção de uma tarifa pagável para a população.

Mas, não é só isso, em relação à população a situação é ainda mais grave. A compradora da SABESP foi a Equatorial, o grupo que deixou o estado do Amapá sem energia elétrica por quase um mês. Ainda antes da conclusão da privatização da SABESP, a Equatorial já havia apresentado aos seus investidores um planejamento de gestão que previa o corte de funcionários. Ou seja, é provável que a população de São Paulo conheça um colapso de dimensões inimagináveis.

 

Perde o estado, perde a população, ganha a candidatura do atual prefeito Ricardo Nunes

Menos de um mês após a privatização, a SABESP anunciou uma antecipação de recursos no valor de R$2,2 bilhões à prefeitura de São Paulo, comandada por Ricardo Nunes, candidato de Bolsonaro à reeleição na capital. 

O valor, que deveria ser repassado entre os anos de 2025 e 2029 caiu no colo do candidato como um presente para realizar no ocaso de sua gestão, melhorias, obras e ações que não realizou nos três anos que comandou a cidade. Um presente de pai pra filho, ou nesse caso, de bolsonarista pra bolsonarista.

A dinâmica adotada por Tarcísio na venda da SABESP é a mesma utilizada em outras privatizações. Anuncia-se um “negócio da China”, vende-se às empresas públicas a preço de banana, perde o estado e a população, lucram os investidores e os políticos que não têm compromisso com o estado e com a população.

 

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Participação da Caixa no Febraban Tech deixa gosto amargo https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/07/17/participacao-da-caixa-no-febraban-tech-deixa-gosto-amargo/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/07/17/participacao-da-caixa-no-febraban-tech-deixa-gosto-amargo/#respond Wed, 17 Jul 2024 17:40:53 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3362 Apesar do lançamento “de uma solução inovadora para pagamentos offline” durante a Febraban Tech – principal evento de tecnologia bancária do País ocorrido entre 25 e 27/06 – o que marcou a presença da Caixa no encontro foram as falas de representante da TI do banco (consultor de TI) especializado em Inteligência Artificial da Caixa e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em um dos diversos painéis do evento.

A fala da Caixa teve frases como “Para dar um bom dia à TI demora 6 meses”, entre outras que deram a entender que a área de tecnologia da Caixa é burocrática porque se preocupa demais com questões secundárias como compliance, documentação, testes e segurança. Além de sugerir que a área de TI do banco deve liberar aplicações digitais feitas com rapidez e que, caso falhem, sejam corrigidas já em uso pelos clientes, o representante da instituição ainda expôs algo que diz ser uma estratégia da Caixa: a contratação de startups.

Para essas, chega a dizer que a Caixa está colocando “dinheiro pesado”. Investimento que a área de TI espera há anos para a renovação do parque tecnológico, em ferramentas e na contratação de mais profissionais.

Ou seja, a fala na Febraban Tech revela uma visão depreciativa com a área de TI, de seus empregadas e empregados, setor que é fundamental não só para o avanço, mas para a manutenção do banco e a priorização de soluções externas. Também choca a afirmação de que não se precisa seguir todos os protocolos necessários de Segurança da TI, o que tem claros questionamentos quanto à segurança do dinheiro dos correntistas.

Desvalorização dos empregados

A desvalorização dos empregados de TI da Caixa durante o painel da Febraban Tech não passou despercebida. O Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo (SindPD-SP) enviou um ofício à presidência da Caixa expressando repúdio pelas declarações, consideradas “desrespeitosas, inadequadas e prejudiciais à imagem da Caixa Econômica Federal”, de acordo com o documento. O ofício ainda relembrou que a Caixa é um dos maiores tomadores de serviço da categoria.

No mesmo sentido, Adriano Martins Antonio, também professor universitário e especialista na área de TI e em Gestão e Governança de TI, levantou uma série de questionamentos sobre o tema e, principalmente, questionamentos sobre a visão do cliente, visto a falta de responsabilidade com legislações, governança e segurança, principalmente em se tratando de um banco. Veja análise do professor no link que segue: https://www.youtube.com/watch?v=BkORgIoS8Mg&t=3s

Além disso, as falas do painel renderam memes diversos na internet, indignação e incredulidade nos grupos de WhatsApp e por parte de especialistas, profissionais e estudantes da área. Uma repercussão negativa que afeta a reputação da Caixa.

Teia: principal projeto de inovação sumiu na palestra

Há ainda mais um lado importantíssimo nessa conjuntura: a Teia, mais um dos vários projetos de “Transformação Digital” que o banco assiste há muitos anos. A Teia recebeu um grande investimento financeiro da Caixa e foi desenvolvida em um processo que mobilizou a empresa e as áreas de governança, levando milhares de empregados a saírem de seus cargos para construir o projeto.

Baseado, ao menos no discurso, nas melhores práticas de governança digital e na construção de uma nova cultura na empresa, a Teia deveria ser um dos temas da apresentação da Caixa no Febraban Tech, como case de inovação e avanço tecnológico do banco. Não foi o que ocorreu.

Contudo, esse grande esforço foi desvalorizado e passou um recado contraditório aos empregados. A Caixa investe ou não em tecnologia? A área de TI é ou não importante? A par dos últimos acontecimentos, se fizermos uma breve pesquisa junto aos empregados sobre tecnologia na Caixa que o termo “o Scrum master é um inútil” venha mais à mente da maioria dos entrevistados do que a estratégia da Teia. Tudo somado, muitos se perguntam como se deu a escolha para a participação em um evento tão importante. A Caixa tem profissionais com uma capacidade altíssima para tal e comprometidos com a reputação e com a imagem do banco.

A Caixa respondeu ao ofício do SindPD afirmando que “As declarações na participação do colega no Febraban Tech não são corroboradas pela nossa empresa em todos os níveis”.
Se a fala e a indicação do como porta-voz foram um engano, espera-se uma resposta na prática fortalecendo a TI na Caixa.

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Orgulho LGBTQIA+: Banco do Brasil dá o exemplo de inclusão que a Caixa deveria seguir https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/06/28/orgulho-lgbtqia-banco-do-brasil-da-o-exemplo-de-inclusao-que-a-caixa-deveria-seguir/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/06/28/orgulho-lgbtqia-banco-do-brasil-da-o-exemplo-de-inclusao-que-a-caixa-deveria-seguir/#respond Fri, 28 Jun 2024 14:43:05 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3351 Diversidade, equidade e inclusão, é sobre esses três pilares que o Banco do Brasil assenta seu programa de respeito aos funcionários que fazem parte da sigla LGBTQIA+. Ou seja, empregados e empregadas lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, queer, intersexuais, assexuais e de outras orientações afetivas são amparados por um sistema interno que mostra o compromisso do banco público com a promoção e o respeito à diversidade. 

Já na Caixa, a valorização da diferença e o respeito às empregadas, empregados e clientes LGBTQIA+ não estão no foco da atual gestão. Situação comprovada pela falta de anúncios públicos sobre a temática desde 28 de julho de 2023, data das últimas notícias. Na época, a então presidenta Rita Serrano anunciou, durante cerimônia na Caixa Cultural o lançamento do Programa de Diversidade e Inclusão e de um guia com diretrizes e ações previstas.

O Comitê realizou uma pesquisa sobre novos anúncios e iniciativas da Caixa, porém desde esse último anúncio não foram localizados resultados, a não ser uma postagem celebrando o Dia do Orgulho LGBTQIA+ nas redes sociais. Também foi realizado contato com a Caixa e, até o momento, não obtivemos resposta. O espaço segue aberto.

Nome social e pronomes, acolhimento às pessoas transgêneras 

Com base no reconhecimento e valorização da diversidade, o BB busca promover a equidade. Um sistema no qual não não se busca apagar as diferenças, mas trabalhar com elas fazendo com que não sejam motivo para discriminação e nem empecilhos para a progressão de carreira ou promoções. 

Transgêneros e travestis, por exemplo, enfrentam uma luta ainda maior por reconhecimento. A reafirmação do seu nome e seus pronomes no trabalho, na escola e em toda a sociedade, acabam se transformando em palco para a transfobia. 

Com ou sem modificações corporais, pessoas que não se identificam com o gênero com qual nasceram devem ser respeitadas e chamadas pelo nome que escolheram, o nome social.  

Para colaborar com essa luta, o BB instituiu que os crachás funcionais terão o nome social escolhido pelo funcionário, garantindo ainda para que colegas e o público respeitem a escolha do empregado. 

Os ganhos que a diversidade traz

Além dos funcionários LGBTQIA+, o programa de diversidade do Banco do Brasil abarca funcionários de outras minorias que sofrem discriminação na sociedade: idosos, pessoas com deficiência, neurodivergentes, mulheres, negros e indígenas. 

E o respeito a essas condições reverbera positivamente nas equipes e até no faturamento da empresa. De acordo com estudo da consultoria McKinsey & Company, empresas com equipes executivas diversificadas etnicamente tem a probabilidade de superar a performance esperada 36% maior.

No mesmo sentido, uma pesquisa da Harvard Business Review  mostra que as empresas que promovem e respeitam a diversidade tem maior comprometimento dos seus empregados, com 17% dos funcionários dispostos a trabalhar além do seu escopo.

Iniciativas palpáveis

O discurso da instituição é acompanhado de práticas que reforçam o respeito aos funcionários LGBTQIA: 

  • Inclusão de dependentes no plano de saúde do BB, a CASSI;
  • Normatização da inclusão de companheiros homoafetivos  na previdência dos empregados do BB, a PREVI;
  • Direito à licença parental para casais homoafetivos que tiverem filhos;
  • Uso do nome social por pessoas transgêneros em documentos de identificação funcional, cartões de visitas e no cadastro;
  • Respeito ao nome social dos clientes com base nos dados da Receita Federal;
  • Manutenção do Comitê Executivo de Pessoas, Equidade e Diversidade (Cped) para acompanhar e deliberar sobre ações de diversidade;
  • Realização de eventos sobre planejamento financeiro e qualidade de vida focados na comunidade;
  • Lançamento do Cartão Ourocard Orgulho, com doações para a Casa 1;
  • Adesão aos Padrões de Conduta da ONU para Empresas;
  • Revisão da Política de Indicação e Sucessão de Administradores para incluir critérios ASG, exigindo ao menos 30% de mulheres e 20% de PCDs, negros, indígenas e LGBTQIAPN+ na diretoria executiva até 2027. 

É importante lembrar que, desde 2016 com o golpe que destituiu a presidenta Dilma, praticamente cessaram as políticas públicas de inclusão LGBTQIA+. Em 2022 com a vitória de Lula, a maioria da sociedade brasileira fez a sua opção pelo retorno de um governo popular, progressista e aguarda que as instituições públicas que acompanham a jornada do trabalhador brasileiro façam o mesmo.

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Adiamento de concurso: questionamento do MPF mostra deficiência da Caixa na articulação com sociedade https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/05/20/adiamento-de-concurso-questionamento-do-mpf-mostra-deficiencia-da-caixa-na-articulacao-com-sociedade/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/05/20/adiamento-de-concurso-questionamento-do-mpf-mostra-deficiencia-da-caixa-na-articulacao-com-sociedade/#respond Mon, 20 May 2024 14:52:42 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3312 Frente a tragédia climática ainda em curso no Rio Grande do Sul (RS), a Caixa decidiu adiar a prova do Concurso Caixa 2024 para os candidatos do estado. Porém, a mudança foi feita de forma açodada e acabou desagradando candidatos do estado e do resto do País. Uma situação que se tornou tão insustentável que o Ministério Público Federal (MPF) teve que intervir, questionando a Caixa sobre a fundamentação das mudanças realizadas.

Em nota no site, o órgão afirmou que pediu explicações à Caixa  com o objetivo de saber se o cancelamento da prova somente nos municípios gaúchos não afetaria a isonomia entre os candidatos na disputa. E exigiu uma resposta em até 48h contados do dia 13 de maio, que não foi divulgada.

Novas mudanças, mais incertezas

No último dia 16, a Caixa publicou no Diário Oficial da União que os candidatos do Rio Grande do Sul poderão solicitar o reembolso da taxa paga na inscrição do certamente até o domingo, dia 19 de maio. No mesmo documento, a Caixa ainda informou que os candidatos do RS que quiserem realizar a prova na data original do concurso – 26 de maio – poderão alterar a cidade de realização da prova. Aos candidatos que querem realizar a prova em nova data, ainda não houve um direcionamento.

A falta de uma resolução ampla, que abarque todos os envolvidos, e a divulgação de alterações aos poucos têm causado ambiguidades aos candidatos, sobretudo aos atingidos pela situação de calamidade. 

Um abaixo-assinado, que já conta com mais de 11 mil assinaturas, pede à Caixa o adiamento da prova para todos os inscritos de qualquer parte do País. “É uma questão de justiça e equidade garantir que todos os candidatos tenham a mesma oportunidade de participar deste importante processo seletivo e que seja mantida a lisura e segurança da prova. Portanto, apelamos à sensibilidade das autoridades para adiar este concurso até que a situação seja normalizada e todos possam participar em condições iguais”, afirma a petição.

Outros concursos adiados

O Concurso Nacional Unificado também foi adiado por causa da tragédia no estado gaúcho. Contudo, o governo federal achou por bem adiar a prova para todos os candidatos mantendo a isonomia e a paridade de informações e condições. 

Na data, a ministra da Gestão, Esther Dweck, informou que a ideia é manter a mesma prova que deverá ser aplicada em uma data futura quando o estado já estiver recuperado. Ao G1 Esther Dweck afirmou: “… nas próximas semanas, a gente poderá divulgar uma nova data, mas nesse momento, toda a questão logística envolvida com a prova não nos permite, hoje, divulgar uma nova data com segurança”.

Apesar do inconveniente, o adiamento para todos os participantes não coloca nenhum em situação desfavorável. Um direito que defendemos para os nossos futuros colegas. 

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Entidades representativas divulgam manifesto contra a transferência das Loterias da Caixa para subsidiária https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/04/12/entidades-representativas-divulgam-manifesto-contra-a-transferencia-das-loterias-da-caixa-para-subsidiaria/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/04/12/entidades-representativas-divulgam-manifesto-contra-a-transferencia-das-loterias-da-caixa-para-subsidiaria/#respond Fri, 12 Apr 2024 13:01:18 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3241 Foto: Leonardo Sá/Agência Senado

Em uma demonstração de união e força sete entidades dos representativas e empregadas da CAIXA assinaram, em conjunto, carta contra a transferência das Loterias da Caixa para subsidiária Caixa Loterias. O documento será direcionado ao presidente de CA, Roberto Ceron, e demais conselheiros e marca uma demonstração de luta contra uma possível privatização camuflada de um dos mais importantes ativos de política social do país.

O documento reflete o consenso sobre a importância da garantia da integridade e finalidade social da CAIXA, empresa pública crucial para o desenvolvimento social do Brasil. Os empregados da CAIXA juntamente com sociedade a brasileira, não podem permitir que a CAIXA seja desviada de sua missão fundamental. Confira na íntegra.

Carta ao Conselho de Administração da Caixa

Nós, entidades representativas dos empregados e empregadas abaixo nominadas, que se preocupam profundamente com o futuro da Caixa Econômica Federal, vimos expressar nossa firme oposição à proposta de transferência das operações das Loterias da Caixa para a subsidiária Caixa Loterias. Esta medida, que está pautada para votação em breve, representa uma ameaça direta ao caráter público e aos princípios fundamentais que norteiam a atuação da Caixa.

Somente em 2023 as loterias administradas pelo banco arrecadaram R$ 23,4 bilhões. Este valor total representou um recorde e aumento em relação ao que foi apurado no ano anterior. As Loterias constituem uma importante fonte de recursos para fomentar o desenvolvimento social do Brasil sendo que, em 2023, foram destinados R$ 9,2 bilhões, o equivalente a 39,2% do total arrecadado, aos programas sociais do governo federal nas áreas de seguridade social, esporte, cultura, segurança pública, educação e saúde, além do retorno à sociedade via
pagamentos de imposto de renda, constituindo importante fonte de recursos para desenvolvimento das políticas públicas do governo federal.

Reconhecemos a importância da modernização das Loterias, especialmente frente ao advento de novas modalidades de jogos e apostas eletrônicas. Entendemos que a evolução tecnológica é indispensável para que a Caixa mantenha sua relevância e competitividade em um mercado em constante transformação. No entanto, acreditamos que este processo de modernização deve ocorrer com a Caixa fortalecendo suas capacidades internas, e não mediante a terceirização de suas operações para subsidiárias.

A Caixa Econômica Federal é mais do que um banco; é uma instituição que desempenha um papel crucial no desenvolvimento social e econômico do Brasil, facilitando o acesso à moradia, ao crédito, à educação, e contribuindo significativamente para a redução das desigualdades sociais em nosso país. As Loterias da Caixa, em particular, são fonte essencial de recursos para áreas vitais como esportes, cultura, segurança pública e educação.

Entendemos que a transferência das operações das Loterias para uma subsidiária pode comprometer a gestão desses recursos, afetando a
transparência e a finalidade social que sempre caracterizaram a atuação da Caixa. Além disso, tememos que este seja um passo inicial para uma privatização mais ampla da instituição, o que seria desastroso para os interesses públicos e para a soberania nacional.

Diante do exposto, apelamos ao senso de responsabilidade e compromisso com o interesse público de cada membro deste Conselho para que votem contra a proposta de transferência das operações das Loterias da Caixa para a Caixa Loterias.

É fundamental que a Caixa continue a ser uma instituição 100% pública, com sua integridade preservada, para que possa seguir cumprindo seu papel insubstituível no desenvolvimento social e econômico do Brasil, fortalecendo-se internamente para enfrentar os desafios do futuro.

Contamos com a compreensão e o apoio desse Conselho, na defesa da Caixa e na tomada de decisões que não venham a comprometer sua missão pública e seu papel estratégico para o país.

Atenciosamente,

 

Fenae – Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal

Fenag – Federação Nacional das Associações dos Gestores da CAIXA

Advocef – Associação Nacional dos Advogados da Caixa Econômica Federal

AudiCaixa – Associação Nacional dos Auditores Internos da Caixa Econômica Federal

Aneac – Associação Nacional dos Engenheiros, Arquitetos e Administradores de Rede da Caixa
Social Caixa – Associação dos empregados da Caixa que orientam e acompanham os Projetos de Trabalho Social em programas de Habitação e Urbanismo do Governo Federal

Anacef – Associação Nacional dos Avaliadores de Penhor da Caixa Econômica Federal

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Minha Casa Minha Vida: Por que os 15 anos de um dos maiores programas habitacionais do mundo passou em branco na Caixa? https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/03/30/minha-casa-minha-vida-por-que-os-15-anos-de-um-dos-maiores-programas-habitacionais-do-mundo-passou-em-branco-na-caixa/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/03/30/minha-casa-minha-vida-por-que-os-15-anos-de-um-dos-maiores-programas-habitacionais-do-mundo-passou-em-branco-na-caixa/#respond Sat, 30 Mar 2024 16:25:56 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3189 O maior programa habitacional do Brasil, e um dos maiores do mundo, fez 15 anos no último dia 25 de março. O Minha Casa Minha Vida (MCMV) entregou moradia para 7,7 milhões de famílias em todo o País. E, ainda hoje, segue abrindo portas para novos sonhos de conquista da casa própria, como afirmou a Secretaria de Comunicação Social do governo.

Contudo, mesmo com esse gigantismo, os 15 anos do MCMV passaram em branco na Caixa. E o pior, quando o programa foi citado pelo Diretor de Habitação, em entrevista à CBN, não se ouviu sequer uma menção ao governo federal, idealizador e financiador do MCMV.

Como surgiu o programa

Criado em 2009, no segundo mandato do presidente Lula, o MCMV aqueceu o setor de construção civil, revolucionou a vida de mulheres, priorizadas como titulares das moradias e transformou a vida de milhões de pessoas que passaram a ter uma casa com endereço, água, energia elétrica e saneamento básico, ou seja, uma moradia digna. Desde o início foi operado pela Caixa Econômica Federal, que sempre foi
líder no financiamento da casa própria no Brasil, e desenvolveu uma expertise ainda maior ao lidar com pessoas que muitas vezes, nem bancarizadas eram.

O uso eleitoreiro do programa

Há quem acredite que essa falta de holofotes sobre o aniversário do programa se deve ao risco de uso eleitoreiro na distribuição de moradias neste ano de eleições municipais, que poderá ser usado como arma eleitoral nas disputas às prefeituras municipais de todo o País.

Mentiras como, “o MCMV é um projeto municipal de prefeito X”, ou, “As moradias da cidade só saíram do papel pela ação de prefeito Y em Brasília” é parte da narrativa de muitos candidatos que concorrem ao cargo de prefeitos pelos partidos que hoje exercem influência na Caixa, e que em vários empreendimentos em execução omitem a marca da Caixa e do Governo Federal.

O Programa MCMV tem regras claras para a distribuição, considerando critérios técnicos, como o déficit habitacional e áreas de desastres ambientais que têm urgência na construção de moradias. Os 15 anos de MCMV enchem de orgulho quem fez parte dessa história, mas não podem ser capitalizados por poucos e para fins escusos.

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O que o esporte perde com a privatização da Loteria? https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/03/21/o-que-o-esporte-perde-com-a-privatizacao-da-loteria/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/03/21/o-que-o-esporte-perde-com-a-privatizacao-da-loteria/#respond Thu, 21 Mar 2024 14:24:39 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3166 Uma denúncia recente feita pelo representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa, Antônio Messias Rios Bastos, acabou revelando planos de uma transferência da gestão da Loteria para uma subsidiária.

 

Segundo especialistas, essa transferência de gestão é o primeiro passo para a privatização da Loteria. Uma situação que tira do Estado, e da população, repasses importantes para diversas áreas, como Saúde, Segurança Pública, Educação, entre outras. 

 

Especificamente para os esportes a situação é uma tragédia. Somente em 2023,  área conquistou um Orçamento de mais de 1 bilhão de reais, precisamente 1.674.224,00. Um valor maior que o orçamento previsto no Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) 2024 para 8 ministérios. A verba está dividida entre as seguintes secretarias, federações e entidades:

 

  • Secretaria Especial do Esporte
  • Clubes de Futebol
  • Comitê Olímpico do Brasil
  • Comitê Paralímpico Brasileiro 
  • Comitê Brasileiro de Clubes
  • Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpico
  • Federação Nacional de Clubes
  • Secretarias de Esportes dos Estados
  • Confederação Brasileira de Desporto Escolar
  • Confederação Brasileira do Desporto Universitário 

 

De acordo com Athirson Mazzioli, Secretário Nacional de Futebol e dos Direitos dos Torcedores o financiamento advindo da Loteria é fundamental: “A importância é enorme, na medida em que a arrecadação impulsiona fortemente as modalidades esportivas nacionais”.

 

No mesmo sentido o Secretário prossegue: “O advento recente da Lei n° 14.790/23 corrobora com a destinação de recursos que promovem a prática do esporte”, e finaliza: “O esporte além de direito constitucional, é uma ferramenta eficaz de melhoria dos índices pilares da sociedade: saúde; educação e segurança.”

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Loterias da Caixa corre risco iminente de privatização https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/03/18/loterias-da-caixa-corre-risco-iminente-de-privatizacao/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/03/18/loterias-da-caixa-corre-risco-iminente-de-privatizacao/#respond Mon, 18 Mar 2024 12:51:17 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3154 Após denúncia realizada pelo representante dos empregados no Conselho Administrativo da Caixa, Antônio Messias Rios Bastos, de que a atual diretoria do banco estaria trabalhando para transferir as loterias da vice-presidência da Caixa para subsidiárias, o Conselho de Administração marcou reunião extraordinária sobre o tema. 

 

De acordo com o portal Brasília Capital, a reunião do conselho foi convocada com urgência para a segunda-feira. O tema, ainda segundo a reportagem do portal, é a transformação do setor de Loterias em uma subsidiária.

 

A volta do fatiamento da Caixa 

 

A transformação das áreas estratégicas da Caixa em subsidiárias foi um expediente utilizado largamente pelo ex-presidente da Caixa, ex-presidente Pedro Guimarães na gestão Bolsonaro, como forma de facilitar a privatização das áreas mais rentáveis. Essa tática busca burlar a lei que diz que a privatização das empresas públicas brasileiras deve ter a anuência do Congresso Nacional, como aponta a jornalista Heloísa Villela em matéria do ICL Notícias. A jornalista ainda entrevistou Marconi Apolo, presidente da FENAG (Federação Nacional das Associações de Gestores da Caixa) que afirmou: “A criação da subsidiária LOTEX, hoje Caixa Loterias, em 2016, no governo Temer, teve o propósito de preparar a privatização das operações, o que só não aconteceu devido à forte pressão que exercemos junto com outras entidades e parlamentares”.

Ao site Brasília Capital,  a diretoria do banco justificou a intenção de deslocar a área de loteria da vice-presidência da Caixa para uma subsidiária a fim de “manter a competitividade com o mercado concorrencial” e “poder atuar na operação do sportsbetting”, uma vez que “a legislação exige CNAE específico”.

Em caso de privatização o País deixará de receber um repasse da ordem de R$ 11 bilhões por ano, que custeiam fundos como o Fundo Nacional de Cultura, Fundo Nacional de Segurança Pública, Seguridade Social, Fundo Nacional da Saúde e os concursos especiais APAE, Fenapestalozzi e Cruz Vermelha Brasileira.

 

Além disso, espera-se a perda de empregos em lotéricas e dentro do próprio banco. Ou seja, um desmonte que afetará, e muito, a sociedade e o país. 

Mensagens contraditórias e mensagens diretas

O plano de retirar da Caixa o controle das loterias pegou desprevenidos os que confiaram nas mensagens do presidente do banco, Carlos Vieira. Em seu Linkedin, Vieira publicou recentemente o seu compromisso com a manutenção do banco público cujo maior interesse é o desenvolvimento do País: “Há um mês na presidência da CAIXA, entendo que muitos processos do passado garantiram o sucesso da instituição, mas nos tornamos uma empresa de venda e não uma geradora de resultado. O vendedor tem o compromisso com números, não com a perpetuidade da organização”.

A base do governo no Congresso Nacional deve se posicionar sobre o tema e pressionar para que o controlador da Caixa, o Governo Federal, impeça. Aliás, veio do Congresso Nacional a mudança de rumos da Caixa, que durante a gestão de Rita Serrano – de janeiro à outubro de 2023 – discutia encerrar a subsidiária LOTEX. Após a pressão do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP/AL), Rita foi afastada e em seu lugar assumiu um indicado do centrão.

 

A reação da sociedade, e principalmente dos empregados da instituição, serão fundamentais para o fim dessa situação que pode levar à privatização, que vai na contramão do fortalecimento das instituições públicas que têm pautado a estratégia do governo para as empresas públicas.

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Apetite de Lira por cargos na Caixa visa a manutenção do seu poder sobre a Câmara dos Deputados https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/02/09/apetite-de-lira-por-cargos-na-caixa-visa-a-manutencao-do-seu-poder-sobre-a-camara-dos-deputados/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/02/09/apetite-de-lira-por-cargos-na-caixa-visa-a-manutencao-do-seu-poder-sobre-a-camara-dos-deputados/#respond Fri, 09 Feb 2024 12:51:57 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3105 Imagem: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

 

A troca da presidência da Caixa e o loteamento de 12 cargos de vice-presidência do banco a partidos políticos é uma das estratégias de Arthur Lira (PP-AL) para se manter no poder na Câmara dos Deputados, ainda que não na presidência da Casa. A situação foi descrita em matéria da Folha de S. Paulo do último dia 6, com declarações de especialistas e conversas de bastidor. 

Todas essas movimentações precedem a eleição da presidência da Casa Legislativa, prevista para fevereiro de 2025. Data em que Lira deverá obrigatoriamente entregar seu mandato após duas gestões que totalizarão quatro anos. Um período marcado pelo crescimento anormal do orçamento destinado às emendas parlamentares, o aumento de poder do Legislativo sobre o Executivo, o “engavetamento” de investigações contra ele e seus aliados e uma forte oposição ao governo Lula. Ou, como descrevem alguns comentaristas, uma tentativa de transformar à força o sistema político do Brasil do presidencialismo – escolhido em plebiscito – pelo parlamentarismo. 

Somente no caso das emendas legislativas impositivas individuais – valor que cada deputado pode destinar a localidades de sua escolha – o valor passou de R$ 16,3 milhões em 2021, para R$ 19,7 milhões em 2023. Orçamento que faz falta aos Ministérios responsáveis por elaborar e implementar políticas públicas para todos os brasileiros. Uma verdadeira “jabuticaba”, como afirma matéria de O Globo, mostrando que de 2014 a 2024 houve um crescimento do percentual de orçamento federal que o legislativo controla, chegando a incríveis 20% dos recursos livres do orçamento. Em relação a outros países, o orçamento decidido pelo parlamento é ainda mais absurdo: na Turquia, por exemplo, os parlamentares controlam 0,03% do orçamento; na França, 0,1%; na Coréia do Sul, 0,3%; nos EUA, 2,4%, o que coloca o parlamento brasileiro entre os maiores decisores entre países da OCDE. 

Ainda assim, analistas políticos acreditam que o apetite de Lira por cargos e pelo orçamento destinado à Câmara dos Deputados, e às emendas parlamentares, aumente esse ano. Isso porque 2024 será para Lira a oportunidade de viabilizar um sucessor alinhado politicamente a ele. E que garanta a manutenção do seu poder sobre a Câmara e a sua influência na política nacional. 

Para esse propósito, Lira vem exigindo uma série de postos chave na administração pública, como foi o  caso das vice-presidências da Caixa, conforme amplamente difundido pela mídia. Uma situação que escancara a falta de compromisso do Centrão, capitaneado por Lira, com a Caixa e as dezenas de políticas públicas  que ela realiza e com a importância delas para o Brasil. 

O mecanismo utilizado por Lira para obter esse poder é bastante conhecido, a utilização do seu poder de pautar o que deve ser votado na Câmara e a ameaça subsequente de não votar os projetos que o Brasil precisava para se desenvolver. Uma chantagem às claras. 

Ao governo federal cabe caminhar sob o fio da navalha. A independência dos Poderes na República impede que haja ingerência de um poder sobre o outro. Contudo, as chantagens do Centrão para possibilitar a governabilidade de Lula vem cobrando um preço alto demais a Caixa, ao Brasil e aos brasileiros. 

 

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R$ 10 milhões de prejuízo: assédio da gestão Bolsonaro segue fazendo estragos na Caixa https://bemnavidadaspessoas.com.br/2023/03/08/r-10-milhoes-de-prejuizo-assedio-da-gestao-bolsonaro-segue-fazendo-estragos-na-caixa/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2023/03/08/r-10-milhoes-de-prejuizo-assedio-da-gestao-bolsonaro-segue-fazendo-estragos-na-caixa/#respond Wed, 08 Mar 2023 13:10:06 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=2995 O governo Bolsonaro segue trazendo prejuízos à Caixa Econômica Federal, e dessa vez, um prejuízo milionário: R$10 milhões. Esse é o valor do acordo que o banco fechou com o Ministério Público do Trabalho (MPT) pelos processos de assédio sexual e moral cometidos contra empregados da instituição pelo ex-presidente do banco, Pedro Guimarães. 

 

A informação, tornada pública pelo portal Metrópoles na semana do Dia Internacional da Mulher, desperta sentimentos conflitantes. Se por um lado é justa a compensação financeira das vítimas de Guimarães, por outro, é injusto que esse valor saia dos cofres da instituição e não exclusivamente do bolso do assediador. 

 

Ainda segundo a reportagem, o MPT pediu à Caixa R$300 milhões de indenização por danos coletivos pela omissão na apuração dos diversos casos de assédio moral e sexual que vieram à tona em junho de 2022. Por volta do final de outubro do mesmo ano, a Corregedoria da Caixa publicou um relatório confirmando indícios das práticas:

 

“…abuso do poder hierárquico, atitudes constrangedoras, comportamento agressivo, tratamento ríspido, submissão de empregados a práticas de humilhação e vexame. Os relatos expõem uma gestão pautada na cultura do medo, comunicação violenta, insegurança, manipulação, intransigência e permissão ao assédio…”

 

A gestão Bolsonaro,  foi extremamente danosa à Instituição, dilapidou o patrimônico público com as  vendas sucessivas de subsidiárias, cujos recursos eram alardeados como lucro,   a utilizou eleitoralmente, no caso dos empréstimos consignados para beneficiários do Auxilio Brasil. Com a queda do presidente assediador,  5 Vice presidentes foram demitidos na sequência por conta de denúncias e  apurações, via MPT. O curioso, que não causa surpresa,   é que a seleção destes ditos “ profissionais” demitidos  era realizada por uma tal consultoria de mercado,  o tal mercado que coloca seus administradores para garantir que os bens públicos fiquem a serviço da sempre  superica  minoria  do país e que só agrava as desigualdades econômica  e sociais do páis.

 

Os empregados da Caixa,    discutem nos  diversos grupos  e fóruns da Empresa,  a forma  de recuperar estes recursos  sugerem que o banco acione a justiça para fazer com que Pedro Guimarães tenha que ressarcir a instituição pelo prejuízo e não só, pelos danos à imagem do banco também.

 

Já há inclusive uma discussão sobre quais instrumentos jurídicos poderiam ser utilizados para sanar a injustiça: Ação de Regresso? Bloqueio de Bens? – Se depender dos empregados da Caixa,  Guimarães deve pagar tim tim por tim tim todo o dano causado aos seus colegas a à Caixa.   

 

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