Comite Popular de Luta em Defesa da Caixa https://bemnavidadaspessoas.com.br/ Mon, 24 Mar 2025 03:51:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://bemnavidadaspessoas.com.br/wp-content/uploads/2022/12/cropped-logocaixadefesa-1-32x32.png Comite Popular de Luta em Defesa da Caixa https://bemnavidadaspessoas.com.br/ 32 32 210700550 Raspadinha encalhada, site fora do ar e promessas vazias: a fatura da subsidiária CAIXA Loterias chegou? https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/03/23/raspadinha-encalhada-site-fora-do-ar-e-promessas-vazias-a-fatura-da-subsidiaria-caixa-loterias-chegou/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/03/23/raspadinha-encalhada-site-fora-do-ar-e-promessas-vazias-a-fatura-da-subsidiaria-caixa-loterias-chegou/#respond Sun, 23 Mar 2025 03:52:24 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3553 Lançada com holofotes em outubro de 2024, a nova versão da Loteria Instantânea — popularmente conhecida como “raspadinha” — representava a grande aposta da recém-criada subsidiária CAIXA Loterias para demonstrar sua eficácia. Com promessas de arrecadar bilhões e de impulsionar a modernização do portfólio de jogos, o produto foi anunciado como símbolo da “nova fase” […]

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Lançada com holofotes em outubro de 2024, a nova versão da Loteria Instantânea — popularmente conhecida como “raspadinha” — representava a grande aposta da recém-criada subsidiária CAIXA Loterias para demonstrar sua eficácia. Com promessas de arrecadar bilhões e de impulsionar a modernização do portfólio de jogos, o produto foi anunciado como símbolo da “nova fase” da gestão lotérica do banco. No entanto, o que se vê hoje é um acúmulo de frustrações, prejuízos e desorganização.

Segundo dados divulgados pela própria CAIXA, nos dois primeiros meses de operação, a Lotex pagou R$ 14 milhões em prêmios. Considerando que 50% do montante arrecadado é tradicionalmente destinado aos prêmios, estima-se que a arrecadação total tenha sido de apenas R$ 28 milhões — um número ínfimo frente às projeções iniciais da CAIXA e do Ministério da Fazenda, que contava com cifras bilionárias (a arrecadação estimada seria de até R$ 2 bilhões) para fechar o orçamento de 2024.

Uma análise publicada no portal especializado BNLData revelou o tamanho do fiasco: as raspadinhas encalharam nas unidades lotéricas, sem apelo ao público e sem um plano comercial robusto. O resultado é um produto que, além de não gerar receita, virou dor de cabeça para a rede lotérica, que já enfrenta sobrecarga operacional e falta de suporte técnico.

E os problemas não param por aí. Durante a virada do ano, o site oficial das Loterias da CAIXA ficou fora do ar por dias, impedindo milhões de brasileiros de realizar apostas justamente na semana da Mega da Virada — o momento de maior arrecadação do ano. Nenhuma estimativa oficial foi apresentada sobre quanto foi perdido em receita, mas os impactos foram sentidos em toda a rede.

O fracasso da Lotex escancara uma verdade incômoda: a migração das operações de Loterias e de Cartões da CAIXA para subsidiárias — uma das grandes bandeiras da gestão anterior — não gerou qualquer ganho institucional para o banco. Ao contrário: criou estruturas paralelas, descoladas da realidade operacional, que pouco ou nada agregam à missão pública da CAIXA. E que, num governo de direita, podem ser privatizadas.

Até hoje, a raspadinha não conta com versão digital — algo inconcebível em um cenário onde o mercado global de jogos já caminha para plataformas totalmente online. Relatos internos de empregados dão conta de um ambiente de trabalho caótico na subsidiária, com sobreposição de funções, falta de clareza de processos e decisões tomadas sem escuta técnica.

A pergunta que fica é: quem ou quais grupos estão se beneficiando com esse modelo? Porque a população, os empregados e empregadas e a CAIXA como instituição pública, claramente não estão.

 

Saiba mais:

BNL Data: https://bnldata.com.br/lotex-encalha-e-vira-um-problema-para-a-rede-loterica-e-caixa-loterias/

Poder360: Conselho da Caixa aprova passagem das Loterias para subsidiária

Poder 360: Nova raspadinha da Caixa pagará cerca de R$ 1 bilhão em prêmios

Valor Econômico: Em reunião tumultuada, conselho da Caixa aprova migração dos negócios de loterias para subsidiária

Câmara dos Deputados: Comissão da Câmara debate transferência das operações das loterias para subsidiária da CaixaPortal da Câmara dos Deputados

 

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“Ainda Estou Aqui”: A História faz jus à Verdade https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/03/03/ainda-estou-aqui-a-historia-faz-jus-a-verdade/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/03/03/ainda-estou-aqui-a-historia-faz-jus-a-verdade/#respond Mon, 03 Mar 2025 18:05:22 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3547 A vitória histórica do filme Ainda Estou Aqui no Oscar de Melhor Filme Internacional e o excelente resultado alcançado por Fernanda Torres, indicada e quase vencedora como melhor atriz, representa um marco significativo para o cinema brasileiro e uma poderosa reflexão sobre nossa história recente.   Dirigido por Walter Salles, o longa retrata a luta […]

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A vitória histórica do filme Ainda Estou Aqui no Oscar de Melhor Filme Internacional e o excelente resultado alcançado por Fernanda Torres, indicada e quase vencedora como melhor atriz, representa um marco significativo para o cinema brasileiro e uma poderosa reflexão sobre nossa história recente.

 

Dirigido por Walter Salles, o longa retrata a luta de Eunice Paiva após o desaparecimento de seu marido, o deputado Rubens Paiva, durante a ditadura militar no Brasil. Em um momento em que o país enfrenta o ressurgimento de discursos autoritários e tentativas de revisionismo histórico, a conquista deste filme serve como um lembrete contundente das atrocidades cometidas no passado e da importância de não as esquecer.

 

A narrativa de Ainda Estou Aqui expõe as feridas abertas pela ditadura militar, funcionando como um alerta contra qualquer forma de autoritarismo. O filme deixa claro que a história, por mais que tentem apagá-la ou reescrevê-la, sempre faz jus à verdade. Ela sempre encontra um meio de emergir, de romper o silêncio imposto por aqueles que tentam distorcer ou minimizar os horrores do passado.

 

Essa lição se torna ainda mais urgente diante dos recentes acontecimentos políticos no Brasil. O ex-presidente Jair Bolsonaro enfrenta investigações no Supremo Tribunal Federal por sua tentativa de golpe de Estado, ao questionar as eleições e incentivar atos golpistas que culminaram na invasão das sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023. A história nos lembra que aqueles que tentam repetir os erros do passado serão cobrados por isso.

 

A obra também destaca a resiliência e a coragem de indivíduos que enfrentaram regimes opressores, simbolizando a luta pela democracia e pelos direitos humanos. A atuação de Fernanda Torres, que interpreta Eunice Paiva, também foi amplamente elogiada, trazendo à tona a dor e a determinação de uma mulher que se recusou a silenciar diante da injustiça.

 

A vitória de Ainda Estou Aqui não é apenas um reconhecimento artístico, mas também um posicionamento político e social. Ela reafirma a necessidade de confrontarmos nosso passado para que possamos construir um futuro mais justo e democrático. Em tempos de polarização e ameaças às liberdades individuais, o filme surge como um lembrete da importância de resistirmos a qualquer forma de opressão e de valorizarmos a memória histórica como ferramenta de transformação social.

 

Para o Comitê Popular de Luta por Defesa da Caixa, esta conquista anima a nossa luta e reforça nosso compromisso em defender instituições públicas e democráticas e promove um acerto de contas do Brasil com o seu passado autoritário e com o flerte que beira o Teatro do Absurdo no presente, quando por pouco, boa parte dos militares e da extrema-direita não arriscaram novamente um estado de exceção. Assim como Eunice Paiva lutou pela Verdade e Justiça, devemos continuar vigilantes na proteção dos direitos conquistados e na promoção de uma sociedade mais equitativa e consciente de sua história.

 

A história pode ser ameaçada, distorcida ou temporariamente silenciada. Mas, como prova Ainda Estou Aqui, a verdade sempre ressurge. E, diante dos que tentam adotar caminhos autoritários, a história se encarrega de colocar cada um em seu devido lugar.

 

Ainda estou aqui virou febre e orgulho nacional, inclusive Fernanda Torres viu com alegria seu rosto ter virado máscara de Carnaval, celebrada no meio do Povo Brasileiro, de Norte a Sul do País.

‘A vida presta!’

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Saúde Mental na Caixa: pesquisa revela ambiente de trabalho adoecido https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/02/21/saude-mental-na-caixa-pesquisa-revela-ambiente-de-trabalho-adoecido/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/02/21/saude-mental-na-caixa-pesquisa-revela-ambiente-de-trabalho-adoecido/#respond Fri, 21 Feb 2025 21:17:43 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3540 O Comitê Popular de Luta em Defesa da Caixa conduziu, em janeiro de 2025, a pesquisa “Cuidar é Transformar”, com o objetivo de mapear a realidade dos empregados da Caixa em relação à saúde mental e às condições de trabalho. O levantamento ouviu 130 empregados de diversas unidades do país e revelou um cenário preocupante, […]

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O Comitê Popular de Luta em Defesa da Caixa conduziu, em janeiro de 2025, a pesquisa “Cuidar é Transformar”, com o objetivo de mapear a realidade dos empregados da Caixa em relação à saúde mental e às condições de trabalho. O levantamento ouviu 130 empregados de diversas unidades do país e revelou um cenário preocupante, marcado por altos índices de estresse, medo, assédio e falta de acolhimento por parte da gestão.
Os resultados reforçam que o adoecimento mental dentro da Caixa não é uma questão individual, mas estrutural, exigindo mudanças profundas na forma como a empresa lida com a saúde de seus trabalhadores.

Principais achados da pesquisa
📌 64% dos participantes são mulheres, o que destaca a necessidade de um olhar atento às questões de gênero no ambiente bancário.
📌 61% trabalham em agências, onde a cobrança de metas é intensa; 20% na matriz, 14% em filiais ou centrais e 3% em outras unidades.
📌 31% têm entre 5 e 15 anos de Caixa, 28% mais de 20 anos e 27% entre 15 e 20 anos.

Saúde mental em crise
A pesquisa mostra que 41% dos empregados (as) avaliam sua saúde mental como ruim ou muito ruim, enquanto apenas 19% afirmam estar bem ou muito bem. O estresse diário, a sobrecarga de trabalho e o medo constante de retaliações criam um ambiente onde o adoecimento se tornou regra, não exceção.

Impacto do ambiente de trabalho
Exatos 79% dos trabalhadores (as) indicaram que o ambiente de trabalho impacta sua saúde mental de forma severa, com notas superiores a 7 em uma escala de 1 a 10. Os principais fatores apontados foram:
• Falta de reconhecimento
• Volume excessivo de tarefas
• Cobranças desproporcionais
• Assédio moral
• Assédio moral e sexual: um problema estrutural

Outro dado preocupante foi 89% dos empregados que responderam à pesquisa já vivenciaram ou presenciaram assédio moral ou sexual na Caixa. Desses, 63% relataram que o assédio veio de um superior hierárquico.

Desconfiança nos canais de denúncia
Embora existam canais formais de denúncia na Caixa, a maioria dos empregados não confia neles:
❌ 62% dizem que não confiam
❌ 26% não sabem avaliar
✅ Apenas 10% confiam nos canais oficiais

Os resultados da pesquisa são um alerta urgente para a gestão da Caixa. A crise de saúde mental dentro do banco tem relação direta com o modelo de trabalho, a falta de suporte emocional e a baixa confiança nas instâncias de denúncia. O Comitê Popular de Luta em Defesa da Caixa reafirma a necessidade de mudanças estruturais e imediatas para que a Caixa proteja seus trabalhadores e trabalhadoras.

Acesse o relatório completo clicando aqui!

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A Responsabilização dos Atos Antidemocráticos e a Presença do Bolsonarismo na Caixa https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/02/21/a-responsabilizacao-dos-atos-antidemocraticos-e-a-presenca-do-bolsonarismo-na-caixa/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/02/21/a-responsabilizacao-dos-atos-antidemocraticos-e-a-presenca-do-bolsonarismo-na-caixa/#respond Fri, 21 Feb 2025 20:51:08 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3537 A recente denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais de 30 autoridades de sua gestão representa um marco na luta pela preservação da democracia brasileira. O indiciamento envolve figuras do alto escalão do governo passado, incluindo militares que atuaram diretamente na formulação e execução de uma agenda autoritária, cujo […]

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A recente denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais de 30 autoridades de sua gestão representa um marco na luta pela preservação da democracia brasileira. O indiciamento envolve figuras do alto escalão do governo passado, incluindo militares que atuaram diretamente na formulação e execução de uma agenda autoritária, cujo objetivo era subverter a ordem democrática e manter Bolsonaro no poder a qualquer custo.

A apuração dessas responsabilidades precisa ser conduzida com celeridade e rigor, garantindo que aqueles que conspiraram contra o Brasil sejam devidamente punidos. Não há espaço para golpistas na democracia. O país assistiu, estarrecido, aos ataques contra as instituições, a militarização da gestão pública e as inúmeras tentativas de descredibilizar o sistema eleitoral, numa estratégia que culminou com os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

O bolsonarismo não foi apenas um movimento político de extrema-direita, mas uma tentativa sistemática de aparelhamento do Estado para fins privados e autoritários. A presença massiva de militares no governo foi um dos principais instrumentos dessa estratégia. Na Caixa Econômica Federal, essa realidade também se fez presente de maneira alarmante. Durante a gestão de Pedro Guimarães, ex-presidente da instituição, vimos a nomeação de militares para cargos estratégicos dentro do banco, alinhados a uma agenda de desmonte das estatais e submissão da Caixa a interesses políticos.

A lógica de governo implementada por Bolsonaro permeou todas as esferas do poder e teve reflexos diretos na Caixa. O banco, que sempre desempenhou um papel social fundamental na economia brasileira, foi tratado como ferramenta de poder, com políticas de assédio moral e sexual sendo encobertas dentro da instituição. Pedro Guimarães, afastado em meio a denúncias de assédio sexual, não era um caso isolado, mas parte de um modelo de gestão autoritário, intimidatório e voltado para a privatização do banco público.

É fundamental destacar que, apesar do avanço das investigações e do afastamento de muitos dos envolvidos, resquícios desse bolsonarismo ainda persistem na Caixa. Setores internos seguem alinhados à antiga gestão, tentando minar qualquer esforço de reconstrução e fortalecimento do banco como instituição pública. A luta contra o bolsonarismo na Caixa não se encerra com a saída de Pedro Guimarães ou com a denúncia da PGR contra Bolsonaro e seus aliados. Ainda há muito a ser feito para erradicar essa influência tóxica da administração pública.

O Comitê Popular de Luta em Defesa da Caixa reafirma seu compromisso com a defesa da democracia e do patrimônio público. Exigimos uma apuração rápida e justa dos crimes cometidos, garantindo que aqueles que atentaram contra as instituições do país sejam responsabilizados. Também seguiremos vigilantes para que a Caixa seja resgatada de qualquer tentativa de instrumentalização política e volte a ser um banco comprometido com os interesses do povo brasileiro.

Não podemos permitir que a democracia seja corroída por aqueles que tramam contra ela. A punição dos golpistas e a reconstrução de instituições públicas fortes são passos essenciais para que o Brasil nunca mais seja ameaçado por projetos autoritários e criminosos. O futuro do país depende da nossa capacidade de não esquecer e de exigir justiça.

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Comitê lança questionário sobre Saúde Mental e clima de trabalho na Caixa https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/01/30/comite-lanca-questionario-sobre-clima-de-trabalho-e-saude-mental-na-caixa/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/01/30/comite-lanca-questionario-sobre-clima-de-trabalho-e-saude-mental-na-caixa/#respond Thu, 30 Jan 2025 12:38:19 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3472 O Janeiro Branco é um momento de reflexão sobre a importância da saúde mental. Na Caixa, sabemos que as condições de trabalho impactam diretamente o bem-estar dos empregados e empregadas. Por isso, lançamos o questionário “Cuidar é Transformar”, uma iniciativa para ouvir você e entender melhor a realidade do ambiente de trabalho na instituição. Sabemos […]

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O Janeiro Branco é um momento de reflexão sobre a importância da saúde mental. Na Caixa, sabemos que as condições de trabalho impactam diretamente o bem-estar dos empregados e empregadas. Por isso, lançamos o questionário “Cuidar é Transformar”, uma iniciativa para ouvir você e entender melhor a realidade do ambiente de trabalho na instituição.

Sabemos que o assédio moral, a pressão excessiva por metas e o adoecimento laboral ainda são desafios na Caixa. Apesar dos avanços, muitos empregados continuam enfrentando dificuldades diárias que afetam sua saúde mental.

Além disso, desde 2023, o banco realizou uma pesquisa de clima organizacional cujos resultados ainda não foram divulgados para os empregados. Sem acesso a esses dados, os trabalhadores ficam sem saber quais problemas foram identificados e quais medidas a direção da Caixa pretende tomar. Diante dessa falta de transparência, nossa pesquisa busca preencher essa lacuna, trazendo um retrato real da saúde mental no ambiente de trabalho.

 

Como funciona?

Criamos um questionário para que você compartilhe sua experiência no trabalho, de forma totalmente anônima e segura. Suas respostas vão nos ajudar a mapear os principais problemas e cobrar medidas concretas da gestão do banco.

 

Compartilhe esta pesquisa!

  1. A voz de cada empregado importa. Quanto mais pessoas participarem, mais força teremos para exigir um ambiente de trabalho mais humano e respeitcComitoso. Envie este link para seus colegas e incentive-os a responder também.

 

⚠ Atenção: a pesquisa será encerrada no dia 07/02!
Não deixe para depois. Clique no link abaixo e responda agora mesmo!

👉 Responda ao questionário aqui
Juntos, podemos transformar a Caixa em um lugar melhor para trabalhar. Participe e faça a diferença!

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Saúde Mental em foco https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/01/26/janeiro-branco-a-saude-mental-e-os-desafios-dos-empregados-e-empregadas-da-caixa/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/01/26/janeiro-branco-a-saude-mental-e-os-desafios-dos-empregados-e-empregadas-da-caixa/#respond Mon, 27 Jan 2025 01:11:30 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3455 O Janeiro Branco é mais do que uma campanha de conscientização sobre saúde mental. Ele é um convite à reflexão coletiva sobre o impacto das condições de vida e trabalho no bem-estar emocional. No caso da Caixa, a relação entre o ambiente corporativo e a saúde mental dos seus empregados e empregadas continua sendo uma […]

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O Janeiro Branco é mais do que uma campanha de conscientização sobre saúde mental. Ele é um convite à reflexão coletiva sobre o impacto das condições de vida e trabalho no bem-estar emocional. No caso da Caixa, a relação entre o ambiente corporativo e a saúde mental dos seus empregados e empregadas continua sendo uma pauta urgente e necessária pois relatos de assédio moral, sexual e adoecimento mental ainda seguem preocupando quem trabalha na empresa.

Para os empregados da Caixa, o Janeiro Branco é uma oportunidade de colocar a saúde mental no centro do debate. A mobilização por melhores condições de trabalho e a criação de um ambiente mais acolhedor passa pela participação ativa dos trabalhadores e por uma gestão comprometida com o bem-estar coletivo.

Não são raros os relatos que chegam ao Comitê de que a cultura de pressão por metas abusivas e a falta de apoio para quem enfrenta dificuldades emocionais permanecem como uma herança negativa deixada pelo ex-presidente Pedro Guimarães, cuja gestão ficou marcada por denúncias graves de assédio e autoritarismo. Essas práticas deixaram não apenas marcas profundas nos trabalhadores e trabalhadoras, mas também um desgaste significativo na imagem institucional da Caixa perante a sociedade.

Estudos apontam que o ambiente de trabalho tem um papel determinante na saúde mental dos trabalhadores, especialmente em setores de alta pressão, como o bancário. Na Caixa, as cobranças excessivas e a busca por metas inatingíveis continuam sendo motivos frequentes de adoecimento. Muitos empregados relatam sintomas como ansiedade, depressão e síndrome de burnout, além de sentirem que não há acolhimento ou suporte adequado para enfrentar esses desafios. Não são raros os casos de entrega espontânea pelo trabalhador (a) do cargo em comissão.

Em 2023, a Caixa começou um processo de mudança, realizou uma pesquisa de clima organizacional, mas, até o momento, os resultados não foram divulgados aos empregados. Essa omissão levanta questionamentos sobre a transparência da gestão e reforça a percepção de descaso com as condições de trabalho. Divulgar os dados dessa pesquisa é fundamental para identificar os principais pontos de insatisfação e implementar mudanças que realmente impactem a vida dos trabalhadores.

As denúncias de assédio moral e sexual na gestão de Pedro Guimarães, ainda sem punição, colocaram a Caixa no centro de um debate nacional. Embora ele tenha deixado o cargo, muitos empregados afirmam que a cultura de assédio não foi totalmente erradicada. Relatos de adoecimento mental, afastamentos do trabalho, humilhações públicas, cobranças abusivas e um ambiente de trabalho hostil ainda persistem, criando um cenário que compromete não apenas a saúde mental, mas também a produtividade e o engajamento dos trabalhadores.

A falta de um mecanismo efetivo para denunciar esses casos é outro ponto crítico. Embora existam canais formais, muitos empregados não se sentem seguros em utilizá-los, temendo retaliações. Isso reforça a necessidade de políticas mais robustas e transparentes que garantam proteção e acolhimento às vítimas.

 

Norma Regulamentadora nº 1: um novo marco para a saúde mental

No contexto nacional, a saúde mental no trabalho tem ganhado mais relevância, especialmente após a publicação da Norma Regulamentadora nº 1 (acesse aqui), que estabelece diretrizes para a promoção do bem-estar emocional nas empresas. Essa norma reforça que é responsabilidade das organizações criar ambientes de trabalho saudáveis, prevenir o adoecimento e oferecer suporte adequado aos seus trabalhadores.

Como uma instituição pública, a Caixa tem a obrigação de alinhar suas práticas a essas regulamentações, servindo de exemplo para o mercado. Políticas como a criação de programas de apoio emocional, treinamentos para lideranças e medidas efetivas de combate ao assédio moral e sexual devem ser prioridade.

A saúde mental não pode ser vista como uma responsabilidade apenas individual, mas coletiva e institucional. A Caixa Econômica Federal, como banco público, tem o dever de garantir um ambiente de trabalho digno, onde os empregados se sintam seguros e valorizados. A transparência, como na divulgação da pesquisa de clima organizacional, e o compromisso com mudanças reais são fundamentais para transformar o ambiente e cuidar de quem cuida.

Neste Janeiro Branco, o convite à reflexão se estende a todos: cuidar da saúde mental é cuidar da Caixa. Afinal, são os trabalhadores que fazem a instituição ser o que é. Que esse seja breve o início de um novo ciclo, onde o bem-estar seja também uma prioridade.

 

Saiba mais sobre o Janeiro Branco

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Lula destaca os 164 anos da Caixa e reforça o legado histórico do banco público https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/01/13/lula-destaca-os-164-anos-da-caixa-e-reforca-o-legado-historico-do-banco-publico/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/01/13/lula-destaca-os-164-anos-da-caixa-e-reforca-o-legado-historico-do-banco-publico/#respond Tue, 14 Jan 2025 00:55:47 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3448 Ontem, 12 de janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, por videoconferência, da celebração dos 164 anos da Caixa. O evento, realizado em Brasília, contou com a presença de empregados e empregadas que têm desempenhado papel fundamental na construção e defesa da instituição. A cerimônia foi transmitida ao vivo permitindo que o público […]

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Ontem, 12 de janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, por videoconferência, da celebração dos 164 anos da Caixa. O evento, realizado em Brasília, contou com a presença de empregados e empregadas que têm desempenhado papel fundamental na construção e defesa da instituição. A cerimônia foi transmitida ao vivo permitindo que o público acompanhasse um momento de reconhecimento à história e à importância do maior banco público do país.

Em sua fala, Lula demonstrou respeito e deferência aos trabalhadores e trabalhadoras da Caixa, ressaltando que a força do banco não está apenas em seus números ou infraestrutura, mas nas pessoas que, diariamente, atendem milhões de brasileiros com dedicação e compromisso. O presidente fez questão de relembrar o papel essencial do banco num na execução de programas sociais, como o Minha Casa, Minha Vida e o Bolsa Família, destacando com orgulho as realizações durante seus governos anteriores.

A menção saudosista ao passado glorioso da Caixa, entretanto, deixou no ar uma reflexão: o que falta para o banco recuperar plenamente seu protagonismo? Ao celebrar os feitos do passado, Lula enviou um recado importante sobre a necessidade de retomar e ampliar as conquistas que fizeram da Caixa um símbolo de inclusão e desenvolvimento social.

Por outro lado, o atual presidente da Caixa, em sua fala, afirmou que o banco não fechou agências em 2024, o que gerou desconforto entre os presentes e espectadores. Dados amplamente divulgados pelos sindicatos de bancários apontam que, no último ano, mais de 100 agências foram fechadas em diferentes regiões do país, em um movimento que prejudicou o acesso ao atendimento presencial em várias cidades. O tema foi inclusive tema de audiência na Câmara dos Deputados

O discurso de Lula reforçou que a Caixa não é apenas um banco, mas um instrumento essencial na vida de milhões de brasileiros.
A celebração dos 164 anos da Caixa foi, ao mesmo tempo, um tributo e um alerta. Se há algo que ficou claro na fala do presidente, é que precisa ser fortalecida para estar à altura de seu legado e de seu papel no futuro. Isso passa pelo reconhecimento dos empregados e empregadas, mas também por ações concretas que devolvam à Caixa o protagonismo social que sempre a definiu.

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164 anos da Caixa: um Patrimônio do Povo Brasileiro https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/01/11/164-anos-da-caixa-um-patrimonio-do-povo-brasileiro/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/01/11/164-anos-da-caixa-um-patrimonio-do-povo-brasileiro/#respond Sat, 11 Jan 2025 11:00:41 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3445 Amanhã, a Caixa completa 164 anos de uma história marcada pelo compromisso com o desenvolvimento social e econômico do Brasil. Fundada em 1861, a Caixa nasceu com a missão de oferecer crédito e oportunidades aos trabalhadores brasileiros, promovendo inclusão e proteção social em tempos de grande desigualdade. Desde então, o banco se tornou uma peça […]

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Amanhã, a Caixa completa 164 anos de uma história marcada pelo compromisso com o desenvolvimento social e econômico do Brasil. Fundada em 1861, a Caixa nasceu com a missão de oferecer crédito e oportunidades aos trabalhadores brasileiros, promovendo inclusão e proteção social em tempos de grande desigualdade. Desde então, o banco se tornou uma peça central na construção de políticas públicas que transformam vidas.

Ao longo de sua trajetória, a Caixa consolidou-se como o maior banco público do país e um dos mais importantes motores de programas sociais. Milhões de brasileiros associam o sonho da casa própria ao som do martelo batendo em licitações habitacionais e à assinatura dos contratos viabilizados pela instituição. A Caixa foi protagonista em políticas essenciais como o Programa Minha Casa, Minha Vida e no pagamento do Auxílio Emergencial durante a pandemia de Covid-19, mostrando que sua presença é mais do que estratégica: é vital.

Não podemos deixar de reconhecer que, por trás de cada conquista, estão os empregados e empregadas da Caixa. Com dedicação, amor e comprometimento, eles constroem diariamente a força que move o banco e asseguram a excelência de seus serviços. Ao longo da história, foram esses profissionais que resistiram em momentos difíceis, defenderam a sustentabilidade da instituição e denunciaram ameaças que colocam em risco o caráter público e social do banco. Seu papel é essencial na luta pela preservação e fortalecimento de uma Caixa pública, inclusiva e comprometida com o Brasil.

Porém, o legado de 164 anos também impõe novos desafios. Em 2025, o banco deve reforçar seu compromisso com a modernização e o fortalecimento de seu papel no governo federal. A capacidade de entregar resultados concretos e ampliar o impacto dos programas sociais exige a superação de barreiras e a formulação de estratégias que atendam às demandas da população em constante mudança.

Além disso, a Caixa precisa investir de maneira robusta em tecnologia. O mundo vive um processo de transformação digital sem precedentes, e o setor financeiro não é exceção. A digitalização de serviços bancários pode ampliar o acesso e melhorar a experiência dos clientes, sobretudo daqueles que vivem em áreas remotas, muitas vezes sem agências próximas.

No âmbito das políticas públicas, a Caixa também precisará redobrar esforços para engajar e ampliar os programas sociais, tornando-os mais eficientes e alcançando ainda mais famílias em situação de vulnerabilidade. Em 2025, a missão da Caixa é não apenas manter, mas ampliar seu papel de executora das políticas de inclusão do governo federal, fortalecendo a parceria com órgãos públicos e governos locais. Isso significa garantir que cada programa seja executado com qualidade e alcance real, desde o crédito agrícola até os subsídios habitacionais.

A entrega de mais resultados não passa apenas pela expansão das operações, mas também pela busca constante de eficiência, planejamento e inovação. Um banco com as proporções e a responsabilidade da Caixa precisa ser um exemplo de gestão estratégica que consiga equilibrar a rentabilidade com sua função social.

Os desafios são grandes, mas a Caixa sempre mostrou ser maior que as adversidades. Ao celebrar 164 anos de existência, o banco se reafirma como uma instituição indispensável ao povo brasileiro e ao desenvolvimento do país. Seu sucesso está diretamente ligado ao compromisso com aqueles que mais precisam, sem deixar de lado o papel estratégico na economia nacional.

Que os próximos anos tragam não apenas novos capítulos de conquistas, mas também um fortalecimento contínuo dos valores que tornaram a Caixa um símbolo de inclusão, justiça social e transformação. Nesse aniversário, celebramos não apenas a história de uma instituição, mas a história de um povo que confia na Caixa como parceira de sua luta por um futuro melhor.

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Para que nunca mais aconteça: sem anistia para golpistas https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/01/08/para-que-nunca-mais-aconteca-sem-anistia-para-golpistas/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/01/08/para-que-nunca-mais-aconteca-sem-anistia-para-golpistas/#respond Wed, 08 Jan 2025 15:20:53 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3442 Hoje o Brasil relembra um capítulo sombrio e recente de sua história: a tentativa de golpe em 2023, quando extremistas invadiram as sedes dos Três Poderes em um ato de violência contra a democracia, exigindo um retorno autoritário ao Poder. Neste momento, mais do que nunca, precisamos reafirmar: o Comitê Popular de Luta em Defesa […]

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Hoje o Brasil relembra um capítulo sombrio e recente de sua história: a tentativa de golpe em 2023, quando extremistas invadiram as sedes dos Três Poderes em um ato de violência contra a democracia, exigindo um retorno autoritário ao Poder. Neste momento, mais do que nunca, precisamos reafirmar: o Comitê Popular de Luta em Defesa da Caixa reforça sua posição contra qualquer tentativa contrária de esquecimento e de anistia para os golpistas.

A memória coletiva é um pilar fundamental para impedir que tragédias se repitam. Assim como não podemos esquecer os crimes cometidos durante os anos de chumbo da ditadura militar, não podemos ignorar que o Estado e os militares ainda devem respostas às vítimas e seus familiares. Desde 1964, os militares ocuparam espaços estratégicos, mantiveram privilégios e buscaram, sempre que possível, exercer uma tutela indevida sobre o país. O premiado filme Ainda Estou Aqui expõe de maneira emocionante e contundente os efeitos dessa opressão na vida dos brasileiros.

Na gestão de Jair Bolsonaro, os fantasmas do autoritarismo ressurgiram com força, chegando ao ponto de tramarem o assassinato de autoridades dos Estado. A presença maciça de militares na administração pública, inclusive na Caixa sob a liderança de Pedro Guimarães, também foi outro exemplo claro disso (há registros de empregados que participaram dos acampamentos golpistas em 2022). Foi necessário um esforço firme e decidido, já no início de 2023, para restabelecer a missão civil e pública da instituição, retirando os agentes que não tinham compromisso com a democracia.

O Comitê Popular de Luta em Defesa da Caixa reafirma: não há espaço para anistia ou esquecimento. É dever da Justiça responsabilizar os culpados e proteger o futuro democrático do Brasil. Transformar o luto em luta é uma forma de resistir e de garantir que nunca mais seremos reféns da barbárie.

A democracia não se fortalece sem memória. Relembrar o 8 de janeiro, cobrar Justiça e responsabilização é um ato de resistência e esperança para que jamais haja outro golpe. Continuaremos vigilantes, lutando por um Brasil mais justo, democrático e livre de retrocessos.

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Governo Lula: brasileiro e brasileira melhoram de vida em 2024 e país volta a ter classe trabalhadora valorizada https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/01/07/governo-lula-brasileiro-e-brasileira-melhoram-de-vida-em-2024-e-pais-volta-a-ter-classe-trabalhadora-valorizada/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/01/07/governo-lula-brasileiro-e-brasileira-melhoram-de-vida-em-2024-e-pais-volta-a-ter-classe-trabalhadora-valorizada/#respond Tue, 07 Jan 2025 12:17:23 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3436 A notícia publicada pelo Jornal O Globo no ultimo dia 5, com o título “Com ganho de renda e ascensão social, Brasil volta a ser um país de classe média”, é mais uma prova irrefutável de que o governo Lula está conduzindo o país com compromisso, visão estratégica e um profundo respeito pelo seu povo. […]

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A notícia publicada pelo Jornal O Globo no ultimo dia 5, com o título “Com ganho de renda e ascensão social, Brasil volta a ser um país de classe média”, é mais uma prova irrefutável de que o governo Lula está conduzindo o país com compromisso, visão estratégica e um profundo respeito pelo seu povo. Após anos de retrocessos sociais, o Brasil finalmente volta a ter um horizonte de esperança, pautado em um projeto nacional que coloca a dignidade humana e o desenvolvimento sustentável no centro das políticas públicas.

Desde o início do governo ficou clara a importância da geração de emprego e renda como pilares para reconstruir a economia e combater a desigualdade. Os dados recentes apontam para um movimento claro de ascensão social, com milhares de famílias recuperando seu poder de compra e voltando a ocupar um espaço de pertencimento na sociedade. Mais do que estatísticas, essa conquista reflete histórias de vidas transformadas: trabalhadores e trabalhadoras voltando ao mercado formal, pequenos empreendedores ampliando seus negócios e jovens acessando educação de qualidade.

Esse progresso não aconteceu por acaso. É fruto de políticas bem estruturadas, como a ampliação de programas sociais, incentivo ao crédito popular e investimentos robustos em setores estratégicos como infraestrutura e energia limpa. Além disso, a valorização do salário mínimo e a criação de políticas que impulsionam o mercado interno têm mostrado resultados concretos, comprovando que o Brasil é capaz de crescer com inclusão e justiça social.

O crescimento da renda da classe trabalhadora como força social majoritária também representa um resgate simbólico de identidade e pertencimento. E esse avanço reforça que ainda há muito a ser feito, mas o caminho está claro: fortalecimento das políticas públicas, geração de oportunidades e, sobretudo, a continuidade de um projeto que busca devolver ao povo brasileiro aquilo que sempre lhe foi de direito — uma vida com dignidade. O ano de 2025 é o mais importante ano de colheita do governo, portanto as instituições públicas como a Caixa devem ter consciência de seu papel para continuidade e ampliação das políticas públicas que devem atender os anseios dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiras.

A vitória não é apenas do governo, mas de cada trabalhador e trabalhadora, cada jovem e cada aposentado que acreditaram na reconstrução do país. Seguiremos vigilantes e mobilizados, mostrando que defender as conquistas do governo Lula é, acima de tudo, defender o Brasil para todos

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