Editoriais do Comitê – Comite Popular de Luta em Defesa da Caixa https://bemnavidadaspessoas.com.br Fri, 01 May 2026 21:57:08 +0000 pt-BR hourly 1 https://bemnavidadaspessoas.com.br/wp-content/uploads/2022/12/cropped-logocaixadefesa-1-32x32.png Editoriais do Comitê – Comite Popular de Luta em Defesa da Caixa https://bemnavidadaspessoas.com.br 32 32 Quando a política vira aluguel, a democracia vira refém https://bemnavidadaspessoas.com.br/2026/05/01/quando-a-politica-vira-aluguel-a-democracia-vira-refem/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2026/05/01/quando-a-politica-vira-aluguel-a-democracia-vira-refem/#respond Fri, 01 May 2026 21:57:06 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=4151 O Brasil assistiu, em sequência, a dois movimentos que não são apenas “derrota do governo” em uma disputa circunstancial. São sinais de um método: transformar instituições em moeda de troca e, na sequência, produzir a narrativa para justificar o estrago. Primeiro, veio a rejeição de um nome indicado para o Supremo Tribunal Federal que não oferecia pretexto ético nem elemento objetivo que desabonasse sua conduta. Jorge Messias era visto como um quadro com reputação, perfil moderado e capacidade de diálogo. Ainda assim, foi submetido a um constrangimento público que, no limite, rebaixa a autoridade institucional do Estado e empurra o país para uma lógica de “força pelo capricho”. O recado político da direita é: quando um bloco parlamentar derruba alguém “porque pode”, ele está dizendo que instituições não são regra — são ficha de negociação.

No dia seguinte, o segundo ato: um “acordão” que, na prática, mirava derrubar o veto presidencial sobre a questão da dosimetria — abrindo caminho para reduzir penas e anistiar golpistas e criminosos já julgados e condenados pela Suprema Corte — e, no mesmo movimento, sepultar a CPI do Banco Master e até para beneficiar Jair Bolsonaro, com redução de pena.

O que se vê é o Centrão confirmando sua natureza mais conhecida: a de força oportunista, que se move por conveniência, cargo, orçamento e chantagem — e que, quando contrariado, trabalha para paralisar ou deformar as instituições. Maquiavel avisava: o pior tipo de exército é o mercenário — aquele que não luta por causa nenhuma, luta por pagamento. O paralelo é direto: um bloco político que se organiza como “exército de aluguel” não é parceiro de projeto, é parceiro de pedágio. Hoje cobra de um lado, amanhã cobra do outro. Se necessário, trai — porque não responde a princípios, responde a preço.

E por isso a derrota não é de Lula ou de Jorge Messias. É da democracia brasileira, quando o jogo institucional é substituído por chantagem.

Enquanto esse método opera no grito, no veto por vaidade e na fabricação de narrativas, o país também viu, no 1º de maio, sinais de uma agenda que fala com a vida real. Na data, o presidente Lula fez um discurso importante e firme, como chefe de Estado, defendendo a redução da escala 6×1 e anunciando um novo Desenrola, voltado a enfrentar as dívidas e o endividamento da população, para permitir que famílias retomem o fôlego. Isso não resolve tudo — mas estabelece um contraste político que precisa ser dito com clareza: há quem viva de chantagem e blindagem; e há quem esteja disputando o país pelo lado do povo e do trabalho.

Se essa estratégia busca enfraquecer um governo democrático-popular e atacar uma figura histórica como Lula, ela vai sair pela culatra. Movimentos sociais organizados — e também a sociedade em geral, mesmo quando não está organizada formalmente — já deram provas, nos últimos anos, de que não aceitam impunemente estratégias de autoproteção do Centrão e da direita. Quando “pesa a mão”, a reação aparece, nas ruas e nas urnas.

Duas excrescências produzidas no intervalo de um ou dois dias, às vésperas do Dia do Trabalhador, dificilmente passam sem resposta. O país já mostrou mais de uma vez que sabe reagir, fazer contra-ataque democrático e recolocar a direita e o Centrão no seu devido lugar — inclusive em outubro, quando o voto pode mandar muita gente de volta para casa.

Governabilidade por chantagem é sequestro da democracia.

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Dívida recorde, bets e a missão pública da Caixa: por que o banco precisa estar do lado da proteção https://bemnavidadaspessoas.com.br/2026/04/26/divida-recorde-bets-e-a-missao-publica-da-caixa-por-que-o-banco-precisa-estar-do-lado-da-protecao/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2026/04/26/divida-recorde-bets-e-a-missao-publica-da-caixa-por-que-o-banco-precisa-estar-do-lado-da-protecao/#respond Sun, 26 Apr 2026 23:34:10 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=4147 Uma reportagem publicada pela BBC na semana passada escancarou um retrato duro do Brasil: 80,4% das famílias estão endividadas e 81,7 milhões de pessoas estão inadimplentes. No meio desse cenário, as bets aparecem como acelerador de sofrimento e de bola de neve — vendem a ilusão do dinheiro fácil justamente para quem já está no limite e empurram parte da população para um ciclo de perda, empréstimo e desespero.

Nos últimos dias, o governo federal começou a sinalizar, com mais clareza, uma prioridade: regular e conter a expansão desse mercado, inclusive com medidas de bloqueio de plataformas ilegais de “mercado de previsão/predição”, executadas via Anatel, por entender que esse tipo de serviço não está previsto na legislação e opera de forma irregular. O recado político é direto: proteger as famílias e a poupança popular precisa vir antes da “anarquia” que se instalou nesse setor.

A Caixa precisa estar em sintonia com a prioridade do Brasil

A Caixa não é um banco qualquer. A Caixa é um instrumento público. E ela surgiu justamente para tirar brasileiros do circuito da agiotagem, ainda no Império, quando foi criada para oferecer uma alternativa institucional à exploração do endividamento. Essa missão pública e social — ser porto seguro para quem mais precisa, especialmente quando o mercado só enxerga risco e lucro — é o que explica por que a Caixa resistiu e segue sendo, até hoje, uma referência de proteção e política pública.

Por isso, num momento em que o governo do Brasil assume que precisa colocar limites e aumentar a regulação para proteger as famílias, a Caixa precisa estar do mesmo lado dessa prioridade. Se a Caixa entra numa sintonia diferente — tratando a aposta como “mercado” e não como risco social — ela se afasta da missão para a qual foi criada e do papel que a manteve de pé por tanto tempo. E, além do efeito social, isso cria um problema prático: onde cresce aposta e dívida, cresce inadimplência. Quem paga essa conta, no fim, é o povo — e o próprio sistema financeiro – e a própria sociedade.

Esse ponto importa porque confirma uma tese central que o Comitê vem defendendo: limitar bets é necessário — mas não basta. Se o país quer, de fato, proteger as famílias, precisa enfrentar o motor estrutural que transforma dívida em destino: juros altos, crédito caro, rotativo do cartão, concessão de crédito sem proteção real e ausência de uma política pública contínua de cuidado com quem já está endividado.

A defesa do Comitê é simples: o país precisa de regulação firme, mas também precisa de proteção concreta. E a Caixa tem condições de liderar essa proteção com instrumentos públicos: crédito responsável, orientação, renegociação e programas que reduzam a dependência do rotativo e do endividamento crônico. Em um Brasil endividado, a missão social da Caixa não é discurso — é necessidade. 

Leia aqui a matéria da BBC:

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgmepml09yno

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Operação da PF confirma suspeitas sobre o Banco Master e expõe rede política de direita que sustentava o banco https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/11/19/operacao-da-pf-confirma-suspeitas-sobre-o-banco-master-e-expoe-rede-politica-de-direita-que-sustentava-o-banco/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/11/19/operacao-da-pf-confirma-suspeitas-sobre-o-banco-master-e-expoe-rede-politica-de-direita-que-sustentava-o-banco/#respond Wed, 19 Nov 2025 12:35:29 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3999

A operação deflagrada hoje pela Polícia Federal, que prendeu o dono do Banco Master, e a decisão do Banco Central de liquidar extrajudicialmente a instituição, confirmam de forma categórica as suspeitas que se acumulavam há tempos sobre o banco. O conjunto de informações revelado hoje mostra que o Master praticava fraudes estruturadas, manipulações contábeis, tentativas de fuga e operações artificiais, além de manter uma extensa malha de relações políticas com setores da direita brasileira.

Segundo a investigação, o proprietário do Master tentou simular a venda da instituição para uma empresa fictícia como forma de deixar o país, num movimento que simboliza a opacidade e a falta de governança que sempre marcaram a instituição. Outras reportagens revelam que o banco maquiou uma carteira falsa de consignado para atrair negócios — inclusive na tentativa de venda ao BRB, que acabou travada após intervenção do próprio Banco Central.

Mas talvez o ponto mais revelador seja a teia política que sustentava o Master. As matérias divulgadas hoje apontam relações do banco e de seu dono com figuras centrais do Centrão e da direita brasileira:

  • Ciro Nogueira, um dos principais articuladores políticos da extrema direita no país;
  • operadores da Faria Lima envolvidos em estruturas paralelas de crédito;
  • aliados do governador Cláudio Castro (RJ) — cujo governo investiu, por meio de fundo previdenciário estadual, cerca de R$ 1 bilhão no Master, mesmo quando o banco já dava sinais de crise;
  • operadores ligados ao governador Ibaneis Rocha (DF), também próximos dos negócios do grupo.

Esses vínculos ajudam a explicar como o Master cresceu e se manteve artificialmente relevante, mesmo com indícios claros de fragilidade financeira, inconsistência contábil e risco sistêmico. Esse quadro, que agora se torna público, confirma também alertas antigos feitos por empregados com função técnica. Em 2024, a área de renda fixa da Caixa Asset produziu um parecer técnico detalhado afirmando que o Master não apresentava clareza, efetividade ou consistência em seus números, além de operar com alto risco de solvência. O documento recomendava que a Caixa não se envolvesse em um negócio de compra de letras financeiras do banc no valor de R$ 500 milhões, o que agora mostra-se absolutamente correto.

Foi justamente após assinarem esse parecer que técnicos da Caixa foram descomissionados pela gestão da Caixa, num movimento interpretado internamente como represália e tentativa de silenciamento. Posteriormente, a CGU abriu auditoria sobre o caso, ainda em andamento, e o TCU multou o ex-diretor do banco que insistiu na operação, ignorando os alertas dos profissionais que hoje se confirmam.

A operação da PF e a liquidação do Master deixam claro:
– não era excesso de cautela, as suspeitas eram sólidas;
– não era mera disputa técnica, havia fraude, manipulação e risco real;
– havia, de fato, uma estrutura de poder envolvendo agentes políticos da direita que usavam o sistema financeiro para seus interesses.

Se não tivesse havido resistência técnica dentro do Estado, bancos públicos — especialmente a Caixa — poderiam ter sido usados para lastrear uma instituição que hoje se revela baseada em operações irregulares e alianças político financeiras perigosas. Hoje, a verdade se impôs. E ela confirma o que já se sabia: as suspeitas sobre o Banco Master eram graves, profundas e totalmente verdadeiras — e envolviam uma rede política que agora começa a cair.

O Comitê Popular de Luta em Defesa da Caixa reafirma:

  • a Caixa deve permanecer blindado contra interesses privados e redes político-partidárias;
  • os empregados retaliados por fazerem o correto devem ter sua situação revista;
  • a CGU deve aprofundar as apurações, agora confirmadas pela realidade;
  • e o país precisa fortalecer seus mecanismos de controle para impedir que recursos públicos sirvam a projetos privados sustentados por operadores da direita e do Centrão.

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A quem interessa censurar o Comitê Popular da CAIXA na sua defesa do banco e dos empregados (as) ? https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/07/08/a-quem-interessa-censurar-o-comite-popular-da-caixa-na-sua-defesa-do-banco-e-dos-empregados-as/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/07/08/a-quem-interessa-censurar-o-comite-popular-da-caixa-na-sua-defesa-do-banco-e-dos-empregados-as/#respond Wed, 09 Jul 2025 01:27:34 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3919 Após postagem cobrando três anos de impunidade por assédio sexual, moral e denunciando prejuízos ao banco, Meta ameaça punir o Comitê

O Comitê Popular de Luta em Defesa da CAIXA publicou na semana passada, neste site e redes sociais, uma matéria relatando os três anos de impunidade de Pedro Guimarães, ex-presidente da CAIXA na gestão Bolsonaro e que foi demitido após denúncias graves de assédio sexual e moral contra funcionárias do banco, além de questionar os custos que a instituição está arcando com as indenizações pagas às vítimas. A publicação repercutiu fortemente entre os empregados (as) e apoiadores da CAIXA pública. Porém, na sequência, o Comitê foi notificado por descumprimento de diretrizes da plataforma pela Meta (Facebook e Instagram), de forma vaga, sem explicar qual política teria sido violada.

Enviamos nossas justificativas, mostrando que não havia fake news, discurso de ódio ou qualquer violação, mas não obtivemos resposta. Fizemos um teste: arquivamos a postagem, e os alertas cessaram imediatamente. Dias depois, republicamos a matéria e os alertas voltaram na hora, ameaçando punir o perfil do Comitê. Embora a Meta não confirme que se trata desta postagem, quando retiramos a matéria os alertas desaparecem; quando voltamos a publicá-la, os alertas reaparecem.

Como bem dizia o ex-governador Leonel Brizola: “Se algo tem rabo de jacaré, couro de jacaré, boca de jacaré, pé de jacaré, olho de jacaré, corpo de jacaré e cabeça de jacaré, como é que não é jacaré?”. Pois bem, se toda vez que publicamos a verdade sobre Pedro Guimarães o Comitê for notificado e ameaçado de punição, isso tem tudo para ser censura.

O episódio levanta questões graves:

  • Estamos sendo vítimas de censura privada, disfarçada de “moderação de conteúdo”, por denunciar abusos de quem ocupou o poder?
  • A quem interessa calar quem defende a CAIXA e seus empregados, empregadas, aposentados e aposentadas?

Enquanto isso, Pedro Guimarães, ao que indica, utiliza serviços de empresa de “gestão de imagem” para limpar seu nome, povoando veículos de imprensa com matérias patrocinadas sobre temas aleatórios. Nelas aparece como “especialista” e tenta empurrar para baixo as denúncias que o tiraram do cargo. E está tendo resultado: uma busca dos escândalos de assédio e outras denúncias ligadas ao seu nome no Google, já aparece na terceira página de pesquisas, resultado de uma estratégia para esconder o passado.

O Comitê não vai se calar. Seguiremos defendendo a CAIXA, seus empregados (as), aposentados (as) e o povo que sustenta o banco público. Não aceitaremos que o silêncio e o “marketing” apaguem a dor das vítimas e os prejuízos impostos à CAIXA e ao Brasil. Seguiremos firmes, mesmo diante de ameaças e tentativas de silenciamentos.

📣 Compartilhe esta denúncia, siga os perfis do Comitê e nos ajude a defender o banco. Se nos calarmos, o abuso vence.

LEIA MAIS:

Três anos sem Pedro Guimarães: e a justiça para as vítimas e a reparação para a Caixa, quando virão?

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Três anos sem Pedro Guimarães: e a justiça para as vítimas e a reparação para a Caixa, quando virão? https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/06/27/tres-anos-sem-pedro-guimaraes-e-a-justica-para-as-vitimas-e-a-reparacao-para-a-caixa-quando-virao/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/06/27/tres-anos-sem-pedro-guimaraes-e-a-justica-para-as-vitimas-e-a-reparacao-para-a-caixa-quando-virao/#respond Fri, 27 Jun 2025 13:35:39 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3891 Enquanto isso ex dirigente utiliza serviços de empresa que promete limpar sua imagem digital

Em junho de 2022, Pedro Guimarães deixou a presidência da Caixa após denúncias graves de assédio sexual e moral contra funcionárias. O caso teve grande repercussão nacional, com reportagens detalhadas no Metrópoles e na TV Globo.

Desde então, já se passaram três anos sem que Pedro Guimarães tenha sido responsabilizado judicialmente. Nenhum julgamento ou sentença foi proferida. As vítimas buscaram reparação cível, e a Caixa pagou indenizações milionárias com dinheiro público.

Enquanto isso, surgem novas dúvidas:

  • O ex-presidente será chamado a ressarcir o banco pelas indenizações pagas?
  • A CAIXA ajuizou ações regressivas para que ele arque com os custos decorrentes de suas condutas?
  • E os demais atos cometidos durante sua gestão? Estão sendo investigados?

Pedro Guimarães também é alvo de acusações por práticas que ferem a moralidade administrativa, como a quebra deliberada de celulares e equipamentos institucionais, o recebimento acumulado de salários em diversos conselhos de administração, e a instrumentalização do banco para promoção pessoal e política, em descompasso com o interesse público.

O que se vê, até aqui, é um vácuo de responsabilização institucional e judicial. O banco público, que deveria ser símbolo de ética e compromisso com os brasileiros, segue arcando com os custos de uma gestão marcada por abusos e irregularidades.

E o responsável? Continua livre e agora tenta reescrever sua própria história

Nos últimos meses, Pedro Guimarães tem aparecido na mídia via Saftec Digital, empresa especializada em “gestão de reputação”, que publica matérias em veículos de relevância nacional como Valor Econômico e O Globo. Numa busca no site da empresa algumas de suas “entregas” são: “decida o que aparece sobre você ou sua empresa na internet!” e “remova conteúdos indesejados da Internet para proteger sua reputação e privacidade na web”.

Assim, “nessas matérias”, Guimarães tenta aparecer como “fonte de opinião” sobre temas completamente aleatórios — de “gamificação financeira” até “o Império Mongol” e “pesca submarina” — numa estratégia clara de diluição de sua imagem pública para que o passado de abusos seja esquecido.

O Comitê Popular de Luta em Defesa da CAIXA cobra providências das autoridades competentes e da atual direção da empresa: que não se cale diante do passado, que investigue com transparência os desvios cometidos e que exija que o responsável pague, de fato, pelo que fez.

Leia algumas matérias da época da saída do ex- dirigente bolsonarista:

Exclusivo: funcionárias denunciam presidente da Caixa por assédio sexual” – (28/06/2022)
Reportagem reveladora com relatos de toques íntimos não autorizados, convites impróprios e constrangimentos durante viagens oficiais — denunciados por cinco funcionárias ao MPF

Fantástico mostra relatos inéditos de assédio na Caixa (2022)
Vídeo-reportagem com depoimentos inéditos de vítimas e denúncias de omissão de outros dirigentes da Caixa

“Funcionárias denunciam ao site assédio sexual de presidente da Caixa – (28/06/2022)
Detalha a origem das denúncias ao Metrópoles, cita investigação do MPF e descreve o tipo de abordagem inadequada do então presidente

Caixa: Pedro Guimarães deixa presidência após denúncias… – (UOL, 29/06/2022) – Detalha a demissão após reportagens do Metrópoles e cita toques íntimos não autorizados, convites inapropriados e abordagens de cunho sexual

Senadores repudiam casos de assédio atribuídos ao ex‑presidente da Caixa” – (Agência Senado, 29/06/2022) – Reúne pronunciamentos públicos de senadoras e senadores repudiando as denúncias de assédio sexual e moral

MPT processa Caixa Econômica Federal e Pedro Guimarães por assédio sexual e moral” – (ANDES‑SN, 05/10/2022) – Cobre o processo do Ministério Público do Trabalho, que pedia R$ 300 milhões do banco e R$ 30 milhões de Guimarães, com 38 testemunhas ouvidas
Link: Clique aqui para ver a notícia

Vítimas de assédio na Caixa consideram fala de Bolsonaro ‘estarrecedora’” (Rede Brasil Atual, 25/10/2022) – Relata a indignação das vítimas diante de declarações do então presidente Jair Bolsonaro, que minimizou as denúncias
Link: Clique aqui para ver a notícia

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https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/06/27/tres-anos-sem-pedro-guimaraes-e-a-justica-para-as-vitimas-e-a-reparacao-para-a-caixa-quando-virao/feed/ 0
164 anos da Caixa: um Patrimônio do Povo Brasileiro https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/01/11/164-anos-da-caixa-um-patrimonio-do-povo-brasileiro/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2025/01/11/164-anos-da-caixa-um-patrimonio-do-povo-brasileiro/#respond Sat, 11 Jan 2025 11:00:41 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3445 Amanhã, a Caixa completa 164 anos de uma história marcada pelo compromisso com o desenvolvimento social e econômico do Brasil. Fundada em 1861, a Caixa nasceu com a missão de oferecer crédito e oportunidades aos trabalhadores brasileiros, promovendo inclusão e proteção social em tempos de grande desigualdade. Desde então, o banco se tornou uma peça central na construção de políticas públicas que transformam vidas.

Ao longo de sua trajetória, a Caixa consolidou-se como o maior banco público do país e um dos mais importantes motores de programas sociais. Milhões de brasileiros associam o sonho da casa própria ao som do martelo batendo em licitações habitacionais e à assinatura dos contratos viabilizados pela instituição. A Caixa foi protagonista em políticas essenciais como o Programa Minha Casa, Minha Vida e no pagamento do Auxílio Emergencial durante a pandemia de Covid-19, mostrando que sua presença é mais do que estratégica: é vital.

Não podemos deixar de reconhecer que, por trás de cada conquista, estão os empregados e empregadas da Caixa. Com dedicação, amor e comprometimento, eles constroem diariamente a força que move o banco e asseguram a excelência de seus serviços. Ao longo da história, foram esses profissionais que resistiram em momentos difíceis, defenderam a sustentabilidade da instituição e denunciaram ameaças que colocam em risco o caráter público e social do banco. Seu papel é essencial na luta pela preservação e fortalecimento de uma Caixa pública, inclusiva e comprometida com o Brasil.

Porém, o legado de 164 anos também impõe novos desafios. Em 2025, o banco deve reforçar seu compromisso com a modernização e o fortalecimento de seu papel no governo federal. A capacidade de entregar resultados concretos e ampliar o impacto dos programas sociais exige a superação de barreiras e a formulação de estratégias que atendam às demandas da população em constante mudança.

Além disso, a Caixa precisa investir de maneira robusta em tecnologia. O mundo vive um processo de transformação digital sem precedentes, e o setor financeiro não é exceção. A digitalização de serviços bancários pode ampliar o acesso e melhorar a experiência dos clientes, sobretudo daqueles que vivem em áreas remotas, muitas vezes sem agências próximas.

No âmbito das políticas públicas, a Caixa também precisará redobrar esforços para engajar e ampliar os programas sociais, tornando-os mais eficientes e alcançando ainda mais famílias em situação de vulnerabilidade. Em 2025, a missão da Caixa é não apenas manter, mas ampliar seu papel de executora das políticas de inclusão do governo federal, fortalecendo a parceria com órgãos públicos e governos locais. Isso significa garantir que cada programa seja executado com qualidade e alcance real, desde o crédito agrícola até os subsídios habitacionais.

A entrega de mais resultados não passa apenas pela expansão das operações, mas também pela busca constante de eficiência, planejamento e inovação. Um banco com as proporções e a responsabilidade da Caixa precisa ser um exemplo de gestão estratégica que consiga equilibrar a rentabilidade com sua função social.

Os desafios são grandes, mas a Caixa sempre mostrou ser maior que as adversidades. Ao celebrar 164 anos de existência, o banco se reafirma como uma instituição indispensável ao povo brasileiro e ao desenvolvimento do país. Seu sucesso está diretamente ligado ao compromisso com aqueles que mais precisam, sem deixar de lado o papel estratégico na economia nacional.

Que os próximos anos tragam não apenas novos capítulos de conquistas, mas também um fortalecimento contínuo dos valores que tornaram a Caixa um símbolo de inclusão, justiça social e transformação. Nesse aniversário, celebramos não apenas a história de uma instituição, mas a história de um povo que confia na Caixa como parceira de sua luta por um futuro melhor.

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https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/08/25/3378/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/08/25/3378/#respond Sun, 25 Aug 2024 15:46:43 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3378 O editorial da Folha de S. Paulo publicado neste domingo, defendendo a privatização da Petrobras, Caixa e Banco do Brasil, é um claro exemplo de desinformação a serviço de interesses que não representam o povo brasileiro

É a expressão mais atrasada e subalterna de um capitalismo periférico.

Ao afirmar que a privatização dessas empresas é o próximo “tabu” a ser derrubado, o jornal ignora deliberadamente o impacto positivo e estratégico que essas estatais têm para o desenvolvimento do país e o bem-estar da população.

As estatais brasileiras, especialmente Petrobras, Banco do Brasil e Caixa, desempenham um papel crucial na economia nacional. Em 2023, essas três empresas juntas geraram um lucro de R$ 170 bilhões, dos quais R$ 49 bilhões foram destinados à União na forma de dividendos e participações. Esses números desmontam a narrativa falaciosa de que as estatais são “custosamente mantidas” pelo Estado. Pelo contrário, elas são fontes vitais de receita para o país, contribuindo diretamente para políticas públicas e programas sociais que beneficiam milhões de brasileiros.

A Folha tenta reescrever a história ao afirmar que as privatizações passadas foram um sucesso inquestionável, ignorando os escândalos e problemas resultantes, como o subfaturamento da Vale, a má gestão da Eletrobrás e a agora questionável privatização da Sabesp. As consequências desastrosas da privatização de setores essenciais como energia e telefonia são bem conhecidas: serviços precarizados, tarifas abusivas e falta de investimento em áreas menos lucrativas, como o Norte e Nordeste do Brasil.

É importante destacar que a defesa dessas estatais não se baseia em “pretextos nacionalistas”, como a Folha sugere, mas em um compromisso real com a soberania nacional e a proteção dos interesses do povo brasileiro. Em um contexto de crescente desigualdade, as estatais são ferramentas essenciais para garantir que os recursos do país sejam utilizados para o benefício de todos, e não apenas para o lucro de poucos.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, afirmou de forma contundente que o editorial da Folha escancara a cobiça privatista em um “editorial desavergonhado”. Ela ressalta que a entrega dessas empresas estratégicas não passa de um entreguismo a serviço dos interesses de poucos, desprezando o bom-senso e a verdadeira função social que essas empresas desempenham.

Enquanto o jornal Folha de S. Paulo insiste em defender interesses privatistas, nós reafirmamos nosso compromisso com a defesa de uma Caixa Econômica Federal, de uma Petrobras e de um Banco do Brasil públicos, fortes e voltados para o desenvolvimento social e econômico do Brasil. Não desistiremos de lutar contra o uso dessas estatais como moeda de troca política e continuaremos fiscalizando e resistindo contra qualquer tentativa de privatização.

Essas empresas não são apenas lucrativas; elas são fundamentais para garantir que o Brasil continue a ser um país soberano, capaz de usar seus recursos para o bem de toda a população. O entreguismo de setores da mídia não nos intimidará. Vamos continuar a lutar pelo que é nosso, pelo que é do Brasil.

 

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Nota do Comitê: O cinismo do Agro-Ogro em tempos de calamidade https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/05/08/nota-do-comite-o-cinismo-do-agro-ogro-em-tempos-de-calamidade/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/05/08/nota-do-comite-o-cinismo-do-agro-ogro-em-tempos-de-calamidade/#respond Wed, 08 May 2024 18:26:26 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3281 Eduardo Leite rifou ou alterou 480 pontos da lei ambiental em 2019, favorecendo o agronegócio que agora cobra benesses

Reportagem do portal Brasil de Fato do último dia 03, mostra que a gestão de Eduardo Leite mudou 480 pontos da lei ambiental no Rio Grande do Sul, beneficiando os grandes produtores rurais, ao flexibilizar as exigências, concedendo-lhes, em alguns casos, o próprio auto licenciamento. O Código Ambiental do estado, que levou nove anos em debate, audiências e aperfeiçoamentos, foi patrolado pelo governador Eduardo Leite no primeiro ano de seu primeiro mandato, em 2019. A reportagem lembra que o texto original tinha apoio na elaboração de José Lutzenberger, uma das maiores referências em ecologia no Brasil.

Curiosamente, em meio à devastação causada pelas enchentes recentes no Rio Grande do Sul, a Frente Parlamentar da Agropecuária não tardou em mostrar sua verdadeira face. Sob o pretexto de calamidade, seus representantes clamam por benesses do governo. Isso, por si só, já seria um escárnio, não fosse o agravante: o agronegócio é um dos principais responsáveis pela crise climática que agora tentam capitalizar em seu favor. Reportagem do jornal “Estado de São Paulo” publicada ontem, expõe a tentativa do grupo de angariar “mudanças no seguro rural e condições especiais para pagamento de dívidas”, um jogo cínico no qual a conta sempre termina nas mãos do povo brasileiro.

Não podemos nos calar diante de tal desfaçatez. Este setor, que historicamente desmata e polui, agora se pinta como vítima das circunstâncias que ele mesmo ajudou a criar. É um absurdo que tentem manipular uma tragédia para benefício próprio, enquanto um estado inteiro é devastado e milhares de famílias perdem tudo. Onde estava a Frente Parlamentar quando políticas e práticas sustentáveis eram debatidas para prevenir tais desastres?

A agricultura familiar e movimentos sociais como o MST destacam-se como verdadeiros pilares de resiliência e sustentabilidade. Em contraste com o agronegócio, esses grupos têm trabalhado incansavelmente para prover alimentos de qualidade de forma sustentável à mesa dos brasileiros, especialmente em tempos de crise. Enquanto grandes produtores buscam favores governamentais, os pequenos agricultores e o MST demonstram como a agroecologia e a cooperação podem fortalecer comunidades e manter a dignidade humana frente aos desafios climáticos.

O presidente Lula, em entrevista, ontem, à EBC, reforçou que o setor agropecuário tem recebido um apoio sem precedentes do governo. Com um Plano Safra robusto, contemplando investimentos recordes, não há justificativas para mais concessões financeiras ao agronegócio. “Nunca antes na história do Brasil houve um Plano Safra como o que nós fizemos”, afirmou Lula, destacando as facilidades já concedidas ao setor, que incluem generosas negociações de dívidas. Anunciado no final de junho do ano passado pelo presidente Lula o Plano Safra 2023/2024 conta com recursos da ordem de R$ 364,22 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional de médios e grandes produtores rurais até junho de 2024.

É momento de repensar a quem servem nossas políticas e recursos. O agronegócio já tem muito; agora é a vez de fortalecer quem verdadeiramente sustenta o país em tempos difíceis. Não podemos permitir que a calamidade seja usada como desculpa para perpetuar desigualdades. O Brasil precisa de uma política agrícola que privilegie a sustentabilidade e a justiça social, não os interesses de uma elite que, mesmo em meio à desgraça, olha apenas para o próprio umbigo.

Diante deste cenário, é imperativo que a sociedade civil e a classe política reaja com vigor contra as demandas oportunistas do agronegócio. Devemos exigir transparência, responsabilidade e um compromisso inabalável com práticas que garantam o futuro do nosso planeta e da nossa gente. Chega de ceder ao cinismo e à ganância. Chega de sacrificar nosso ambiente e nosso povo no altar do lucro do Agro-Ogro.

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Em reunião tumultuada e com votação com divergências, Caixa comunica a entrega da gestão das Loterias à subsidiária https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/04/17/em-reuniao-tumultuada-e-com-votacao-com-divergencias-caixa-comunica-a-entrega-da-gestao-das-loterias-a-subsidiaria/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/04/17/em-reuniao-tumultuada-e-com-votacao-com-divergencias-caixa-comunica-a-entrega-da-gestao-das-loterias-a-subsidiaria/#respond Wed, 17 Apr 2024 15:31:27 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3246 Urgente e indignante!

O Comitê Popular de Luta em Defesa da Caixa discorda, com veemência, da segregação das Loterias Federais, aprovada, sem unanimidade, no Conselho de Administração do Banco.

Ontem, com pouca transparência e sob questionamentos, o Conselho de Administração aprovou a transferência dos negócios de Loterias para a “CAIXA Loterias S.A.” A decisão não foi unânime, como já divulgado por diversos veículos de comunicação, o que demonstra que os conselheiros não se sentiram esclarecidos ou convencidos sobre o tema.

Várias entidades representativas dos empregados já mostraram sua oposição em uma carta e manifestações públicas carregadas de preocupações legítimas: foram IGNORADAS. Lembremos que as Loterias arrecadaram R$ 23,4 bilhões em 2023, com R$ 9,2 bilhões destinados a programas sociais. O que acontecerá agora com esse volume de recursos?

Na audiência pública realizada, a Caixa sequer compareceu para esclarecer este projeto, sem justificativa. Esta decisão dá adeus ao controle público sobre como os bilhões das Loterias serão usados. A verdadeira modernização não impede os investimentos na empresa. Ao contrário, já vimos isso na internalização das loterias, quando a empresa deixou de ficar refém de uma multinacional do jogo.

O Comitê vai avaliar as possibilidades de impedimento ou mitigação de danos desta decisão, em conjunto com as forças da sociedade civil organizada.

Confira na íntegra o aviso ao mercado publicado hoje, 17, pela Caixa.

 

Fato relevante

 

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
(Empresa Pública)

FATO RELEVANTE

A Caixa Econômica Federal (“CAIXA”) comunica à sociedade brasileira, aos seus clientes e empregados, e ao mercado em geral, que o Conselho de Administração aprovou, nesta data, a migração dos negócios de Loterias da CAIXA para a CAIXA Loterias S.A, sua subsidiária
integral.

A migração conferirá maior foco e contribuirá para o objetivo de modernização do negócio de  loterias, expansão do mercado de jogos, diversificação dos produtos e incremento do resultado.

Brasília, 17 de abril de 2024.

Luiz Felipe Figueiredo de Andrade
Diretor de Finanças e Relações com Investidores
Caixa Econômica Federal

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Carta de apoio à Ministra da Saúde, Nísia Trindade https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/03/28/carta-de-apoio-a-ministra-da-saude-nisia-trindade/ https://bemnavidadaspessoas.com.br/2024/03/28/carta-de-apoio-a-ministra-da-saude-nisia-trindade/#respond Thu, 28 Mar 2024 22:08:21 +0000 https://bemnavidadaspessoas.com.br/?p=3180 Imagem: Ricardo Stuckert / PR

O Comitê Popular de Luta em Defesa da Caixa é solidário à carta da Rede Nacional por Responsabilização e Reparação às Vítimas da Pandemia de Covid-19  que divulgamos abaixo.

 

Nísia Trindade  é um excelente quadro do governo Lula que está ameaçado de “fritura” pelo apetite voraz do Centrão. Nísia Trindade, a primeira mulher à frente do Ministério da Saúde, tem o seu cargo ambicionado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP/AL).  

 

Desde então, vem sofrendo uma campanha de difamação implacável na grande mídia, com argumentos machistas que vão desde o não “falar grosso”, até a forma democrática e transparente com a qual destina as emendas. A verdade é que Nísia é uma mulher digna, proba, comprometida a fazer o necessário pelo SUS e pelos brasileiros e brasileiras e distante dos “esquemas” milionários que muitos querem implementar na pasta. 

 

Reiteramos o que está dito na carta: “temos confiança que Nísia está no caminho certo: no caminho do direito, da ciência, do coletivo e da democracia!” 

 

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